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Viver só para os filhos devia ser proibido

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O amor é tido como um sentimento tão bonito que naturalmente é pensado como bom, imaculado e que só contribui positivamente para as relações humanas. Os casais e as famílias amam-se, e também o há entre amigos.

 

É uma ideia romântica, mas, se tivermos em conta que em sequência do amor se criam relações conflituosas e patológicas, talvez seja útil repensar o que realmente significa o amor parental.

 

O amor é um sentimento que se vive numa relação em que há muita intimidade emocional. Demonstra-se através de atitudes e comportamentos de respeito, carinho, dedicação, etc. Mas estas manifestações são subjetivas, porque cada pessoa tem a sua maneira de o viver: o que é amor para uma pessoa, para outra pode ser sentido como algo desagradável.

 

Os pais relacionam-se com os filhos com base no que consideram importante transmitir-lhes. Idealmente será uma entrega incondicional, sem interesses secundários. Muitas vezes, mesmo tendo boas intenções, os pais tentam incutir aos filhos princípios que poderiam ter sido importantes no tempo deles e para as circunstâncias que tinham, não necessariamente para os filhos, que são pessoas diferentes numa época diferente.

 

A sociedade e os costumes evoluem, portanto os jovens de hoje precisam de ensinamentos atualizados, precisam de um amor diferente do que os pais receberam. Se antigamente o amor pelos filhos podia ser demonstrado através de uma educação muito rígida e fundamentada nos bons costumes, atualmente é claro que existem estratégias parentais bastante mais construtivas. O que para os pais pode ser uma demonstração de amor, para os filhos pode ser um ato de incompreensão.

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