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Vinhos e golfinhos: uma experiência no Sado

Provar os melhores vinhos e produtos da região enquanto se observam golfinhos e a paisagem luxuriante da Serra da Arrábida. Esta é uma proposta que junta o melhor que Setúbal tem para oferecer em passeios enoturísticos, que estão a atrair cada vez mais visitantes. E nós fomos experimentar!

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Sabia que no Estuário do Sado vive uma comunidade de 29 roazes corvineiros? E que esta é uma das três únicas colónias residentes em estuários em toda a Europa? Já agora, sabia que em liberdade eles podem viver até aos 50 anos, mas em cativeiro não ultrapassam os 35?

 

Observar golfinhos em liberdade é já de si um privilégio. E faze-lo enquanto se prova um queijo de Azeitão acompanhado de um vinho tinto ou enquanto se saboreia um ‘S’ (bolo seco) e um moscatel de Setúbal é ainda mais apetecível, e o motivo do sucesso que os cruzeiros enoturísticos estão a ter no rio Sado.

 

Embarcámos com a Sado Arrábida que, em colaboração com a Rota de Vinhos da Península de Setúbal, leva turistas pelo Estuário do Sado a conhecerem as melhores adegas da região, todos os sábados, até ao final do verão.

 

Às 18h30, zarpamos da Doca das Fontainhas, em Setúbal, com destino a Tróia… e com uma agradável brisa quente a bater-nos na cara. São cerca de 20 minutos de viagem, onde se consegue observar a cidade de Setúbal a ficar para trás, ao lado da extensa Serra da Arrábida.

 

Com uma breve paragem em Tróia para novo embarque, seguimos depois viagem em direção à foz do estuário, onde, por volta das 19h15, já se começam a avistar golfinhos ao longe. Estão a alimentar-se, especialmente de choco, um dos seus alimentos prediletos. Os golfinhos fazem esta viagem do início do estuário até ao mar cerca de duas a três vezes por dia, com horas de observação mais ou menos previsíveis.

 

A aproximação para observação só é possível ser feita por embarcações autorizadas, como é o caso das empresas que fazem este tipo de passeio. E os golfinhos colaboram e nadam muitas vezes junto aos barcos. Vimos uns bem perto. Mas não é difícil, pois a taxa de sucesso desta observação é de cerca de 95%. Contudo, não é garantida.

 

Veja alguns momentos de observação de golfinhos

 

 

Despois da emoção e das muitas fotografias tiradas (com o barco a pender todo para um lado) segue-se o momento da descontração e das provas. Fizemos a viagem no dia em que os vinhos apresentados foram os da Quinta da Bacalhôa. Queijos, enchidos e doces regionais acompanham um branco, um tinto e um moscatel desta adega de Azeitão.

 

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