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Videochamada é o meio preferido para sexo na Internet

A videochamada é o meio preferido para mais de metade das pessoas que têm intimidades online, seguindo-se as mensagens de texto e as gravações ou chamadas de voz.

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A videochamada é o meio preferido para fazer sexo online, segundo um inquérito realizado pela Flame Love Shop e divulgado na altura em que se assinala o Dia Mundial da Internet. Cerca de 65% dos inquiridos já experimentou relações íntimas virtuais e mais de 70% considera ter obtido uma sensação real nestes contactos.

 

Ainda se recorda das linhas telefónicas de valor acrescentado, através das quais era possível ouvir uma gravação de sons sexuais ou trocar intimidades com alguém desconhecido? Este meio parece agora tão obsoleto quando comparado com as múltiplas possibilidades oferecidas pela Internet e pelas novas tecnologias associadas.

 

A adesão às novas formas de relacionamento é cada vez maior. Segundo um inquérito realizado pela Flame Love Shop para conhecer melhor o comportamento sexual dos portugueses na rede, cerca de 65% dos inquiridos revelou já ter praticado sexo virtual e mais de 40% fê-lo pelo menos mais de 10 vezes.

 

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A videochamada é o meio preferido para mais de metade das pessoas que têm intimidades online, seguindo-se, com pouco mais de 20%, as mensagens de texto e, de 10%, as gravações ou chamadas de voz.

 

Uma preferência que, segundo Irina Marques, especialista em Sexologia Educacional e diretora da Flame Love Shop, “está relacionada com os estímulos visuais e auditivos que este meio proporciona, uma vez que quantos mais estímulos adicionamos a uma interação sexual, maior é o prazer. E este meio permite uma melhor e maior interação com quem está do outro lado: ver, ouvir, interagir, mandar, ser guiado, partilhar… e tudo isso com mãos livres”.

 

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Sexo virtual é traição?

Apesar de mais de metade dos inquiridos pela Flame Love Shop considerar o sexo virtual com alguém que não o(a) parceiro(a) como infidelidade, quase 40% não vê qualquer traição neste comportamento. “Uma perceção que está relacionada com a ideia preconcebida de alguns sobre o que é traição, de que corresponde a um ato de interação física com uma terceira pessoa. Ora, ao ser online, em que não existe contacto físico, o ato é entendido como não sendo traição”, explica Irina Marques.

 

No entanto, de acordo com este inquérito, 45% das pessoas que já praticaram sexo pela Internet fê-lo com o parceiro (a), 23% com um amigo (a) e apenas cerca de 19% com um desconhecido (a) e 5% com um (a) amante. Nestes relacionamentos, quase três terços é peremtório em confirmar a obtenção de “sensações reais” e apenas pouco mais de 10% afirmou ter achado o ato falso.

 

Os resultados do inquérito permitem concluir também que nas relações sexuais pela Internet ainda não existe um recurso generalizado a brinquedos sexuais com tecnologia, embora mais de 30% já tenha utilizado estes dispositivos.

 

 

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