Home»FOTOS»Vida sexual do casal atinge o ponto alto entre os seis e os 12 meses de relação

Vida sexual do casal atinge o ponto alto entre os seis e os 12 meses de relação

Antes do casamento, o mais comum é ouvir-se dizer: «Diz adeus à tua vida sexual»! Mas será que a prática frequente de relações sexuais é assim tão importante para a felicidade de um casal? As opiniões dividem-se, mas, como tudo na vida, o truque é encontrar um equilíbrio. Veja ainda formas de continuar a apimentar a vida debaixo dos lençóis numa relação mais longa.

Pinterest Google+

Todos os casais têm fases mais calorosas, digamos assim, do que outras. O que é extremamente natural. Por mais que se goste de leite-creme, não o comemos todos os dias. Ainda assim, é imperativo alimentar a chama, pois segundo um estudo publicado na revista ‘Archives of Sexual Behavior’, a vida sexual de um casal não é linear e atinge o seu ponto alto entre os seis e os doze meses de relação.

 

Um outro estudo publicado no jornal ‘Association for Psychological Science’ descobriu que a frequência com que os casais têm relações sexuais não influencia os seus relatos de felicidade quanto ao relacionamento, mas influencia sim os seus sentimentos mais espontâneos. Isto é, quanto mais frequentemente os casais tiveram relações sexuais, mais atributos positivos associam fortemente aos seus parceiros.

 

VEJA TAMBÉM: OS LOCAIS MAIS ESTRANHOS PARA FAZER AMOR

 

O estudo contou com a participação de 216 recém-casados ​​que classificaram várias qualidades dos casamentos (por exemplo, mau-bom, insatisfeito-satisfeito, desagradável-agradável); as vezes em que concordaram na afirmação ‘nós temos um bom casamento’ e, por fim, os seus sentimentos gerais de satisfação com o/a parceiro/a, com o relacionamento e com o casamento. Além disso, foi-lhes pedido que estimassem a quantidade de vezes que tinham tido relações sexuais nos últimos quatro meses. Curiosamente, a análise dos dados não encontrou qualquer associação entre a frequência com que se pratica atividade sexual com os relatos de satisfação face à relação.

 

Mas será que os casais que praticam mais vezes o coito, como o Sheldon Cooper de ‘A Teoria do Big Bang’ gosta de lhe chamar, têm uma melhor relação do que que aqueles que o fazem com menos frequência? É inegável o quão importante o sexo é na vida de um casal, particularmente na evolução da intimidade entre ambos, não querendo com isto dizer que é impossível criar intimidade com um parceiro amoroso sem estarem ambos nus na cama. Nada disso. É uma intimidade a um outro nível, tanto emocional como físico. Descobrir o corpo um do outro, assim como o nosso é uma aventura absolutamente imperdível.

 

VEJA TAMBÉM: RESOLUÇÕES DE SEXO: MUDE HOJE A SUA VIDA ÍNTIMA

 

Recuemos um pouco no tempo. Crescemos numa sociedade algo patriarcal em que os valores morais assentam num dogma procriativo e, muitas vezes, não sobra margem para o prazer. Felizmente, os tempos têm mudado e as mentalidades idem aspas. O prazer importa!

 

«Os órgãos genitais são uma fonte de prazer que também podem exercer funções de criação de novos seres, mas não se esgota aí. Viver uma sexualidade livre de tabus e crenças é um propósito saudável que tem imensos benefícios para a saúde e cabe a cada um de nós avaliar o grau de influência que este tipo de crenças exerce na nossa vida», defende a sexóloga Cristina Mira Santos.

 

VEJA TAMBÉM: SEXO DE RECONCILIAÇÃO: PORQUE É O MELHOR DE TODOS?

 

O sexo é uma das necessidades básicas do ser humano. É inerente ao seu ‘mundo’ e acredita-se que aumente exponencialmente o bem-estar. Aliás, quando praticado, são libertadas hormonas, essas belas endorfinas, as designadas hormonas da felicidade, que estão associadas ao prazer e ao bem-estar.

 

Todas as componentes importam: o amor o sexo, a amizade, etc, numa relação. A felicidade de um casal depende de uma ligação segura, onde a importância do sexo é reconhecida, mas não é prioridade máxima. É apenas uma forma de se conectarem, de se entregarem sem reservas e serem felizes. Juntos.

 

Veja agora, na galeria acima, formas de continuar a apimentar a vida debaixo dos lençóis numa relação mais longa.

Artigo anterior

Já conhece a nova cria de koala do Jardim Zoológico?

Próximo artigo

Malditas insónias... explicadas pela medicina chinesa