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Vibração corporal pode ser tão eficaz como praticar exercício fisico

Praticar exercício regularmente é para muitas pessoas um verdadeiro desafio, realidade esta que provoca o aumento de obesidade e diabetes. Este tipo de doenças podem aumentar o risco de fraturas ósseas, risco que podia ser reduzido com a prática de atividade física.

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A prática de exercício físico menos extenuante como, por exemplo, vibração do corpo inteiro (WBV) pode imitar os benefícios de saúde muscular e  óssea do exercício regular, de acordo com um estudo realizado em ratos de laboratório e publicado no jornal da Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos.

 

A vibração do corpo inteiro consiste em estar sentado, em pé ou deitado numa máquina com uma plataforma vibratória. Quando a máquina vibra, transmite energia para o corpo, os músculos contraem-se e relaxam várias vezes durante cada segundo.

 

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Para realizar o estudo, os investigadores examinaram dois grupos de ratos machos com cinco semanas de idade. Um grupo tinha ratos normais e o outro tinha ratos geneticamente insensíveis à hormona leptina, que promove sentimentos de plenitude depois de comer. Os ratos de cada grupo foram designados para condições de exercício sedentário, vibração corporal ou passadeira.

 

Depois de uma semana de habituação ao equipamento,  os grupos de ratos começaram um programa de exercício de 12 semanas. Os participantes do grupo de vibração corporal praticaram 20 minutos de WBV a uma frequência de 32 Hz, com aceleração de 0,5 g a cada dia. Os ratos no grupo da passadeira caminharam durante 45 minutos diários numa inclinação ligeira.

 

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Os ratos geneticamente obesos e diabéticos mostraram benefícios metabólicos semelhantes, tanto os que usaram a WBV como os do exercício na passadeira. Os ratos obesos ganharam menos peso após o exercício ou WBV do que os ratos obesos no grupo sedentário, apesar de permanecerem mais pesados ​​do que os ratos normais.

 

Além  disso, com o exercício e a WBV, os ratos geneticamente obesos também aumentaram a massa muscular e a sensibilidade à insulina. Com base nas conclusões do estudo, os investigadores sugerem que a vibração de corpo inteiro pode ser uma terapia suplementar útil para combater a disfunção metabólica em indivíduos com obesidade mórbida.

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