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Uma vida sem Facebook é uma vida mais feliz

Atualmente, 94% das pessoas acedem ao Facebook como parte da rotina diária e 78% utiliza a rede social cerca de 30 minutos ou mais diariamente.

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Um estudo da Universidade de Copenhaga, Dinamarca, publicado no inicio do mês de novembro – ‘Sair do Facebook leva a níveis mais elevados de bem-estar’ – sugere que a presença constante nesta rede social não é benéfica, e que sair dela tem efeitos positivos no bem-estar geral.

 

Para o estudo foram recrutados 1095 participantes que, por sua vez, foram divididos em dois grupos. Um grupo prometeu não utilizar o Facebook durante uma semana e o outro continuou a frequentar a plataforma como habitualmente.

 

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«Ficou demonstrado que fazer uma pausa na utilização do Facebook tem efeitos positivos em duas dimensões do bem-estar: aumenta a nossa satisfação com a vida e as nossas emoções tornam-se mais positivas. E mais. Estes efeitos ficaram fortemente demonstrados em utilizadores massivos do Facebook, em utilizadores passivos e em utilizadores que tendem a sentir inveja de outros utilizadores desta rede social», explica Tromholt Morten, líder deste estudo.

 

Apenas 87% do grupo que teve de viver sem a rede social durante uma semana conseguiu concluir o período de abstinência estipulado. Aqueles que conseguiram atingir o objetivo relataram um maior nível de felicidade em comparação com aqueles que continuaram a aceder ao Facebook todos os dias. Na verdade, 88% do grupo que deixou de utilizar o Facebook admitiu estar mais feliz em oposição a 81% do grupo que continuou a utilizar.

 

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Além disso, o estudo concluiu outras factos importantes: as pessoas que utilizam frequentemente Facebook estão 55% mais propensas a sentir stress, quatro em cada dez utilizadores invejam o sucesso aparente dos outros e 39% deles têm mais probabilidade de se sentirem menos felizes do que os seus amigos. Por outro lado, o grupo que viveu uma semana sem Facebook relatou uma menor dificuldade em se concentrar, sentiu que tinha desperdiçado menos tempo e 18% sentiu que viveu mais o momento no presente – o designado carpe diem.

 

 

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