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Um dos principais artistas contemporâneos da China expõe pela primeira vez em Portugal

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia traz a Portugal a obra de Bai Ming, na qual mais de 200 peças de cerâmica, desenho e pintura estabelecem o ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente.

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O MAAT abre ao público a exposição do conceituado artista chinês, Bai Ming, que estará patente até 4 de setembro neste museu de Lisboa. ‘Branco e Azul | Bai Ming – Lisboa’ apresenta, pela primeira vez, a obra de um dos mais conceituados artistas contemporâneos da China. São mais de 200 peças de cerâmica, desenho e pintura, que traçam uma rota de encontro e de fascínio entre o Oriente e o Ocidente. (Veja imagens na galeria acima)

 

A obra de Bai Ming estará em exposição na Sala dos Geradores, no edifício da Central – que se transforma em espaço expositivo também pela primeira vez – e no recém-inaugurado Jardim do Campus Fundação EDP. Esta exposição está integrada no programa Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao Abrigo da Iniciativa ‘Uma Faixa, uma Rota’.

 

Bai Ming é considerado um dos artistas que mais tem contribuído para a renovação e revitalização da criação artística chinesa no campo da cerâmica, garantindo que toda a inovação dá continuidade à tradição, numa fusão entre o óleo e a tinta da china; a abstração e a decoração; a cerâmica e a escultura, entre a tradição e as novas linguagens.

 

Como o próprio refere «viaja livremente entre vários suportes», com «uma enorme curiosidade quanto a expressões novas e únicas». E assume-se «apaixonado por experimentar diferentes materiais, sentir diferentes expressões em vários tipos de barro, de papel, de tinta». As suas esculturas, instalações e cerâmicas assentam numa estética de serenidade. Uma seriedade «que não é quietude, mas que está cheia de vida», completa o artista.

 

Esta é a primeira vez que Portugal recebe uma exposição de Bai Ming. Pedro Gadanho, diretor do MAAT, reforça a importância da exposição: «Num dos mais simbólicos espaços institucionais da Central Tejo, mas também no contexto do recém-inaugurado jardim de um campus em estado de aceleração renovada, acolhemos o importante trabalho de um artista que atualiza e expande a tradição da porcelana, como uma das mais fortes expressões artísticas de um país de cultura milenar».

 

Os curadores desta exposição são Fan Di’an, presidente da Academia Central das Belas Artes da China, Rosa Goy e Margarida Almeida Chantre, do MAAT.

 

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