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Um corpo sem dor e cheio de vitalidade

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A saúde com vitalidade positiva não é apenas a ausência de doença, mas sim o resultado de diversas relações entre os sistemas orgânicos, (1) que podem estar na base do desequilíbrio que gera a doença.

 

Saber ouvir o corpo não é uma questão de sabedoria ou de sentimentos. É, na verdade, ser capaz de escutar cada detalhe e cada informação que o corpo nos transmite e que nos pode causar dores físicas e emocionais. É saber viver num alinhamento de harmonia ou de alquimia com a vida.

 

As doenças degenerativas e crónicas instalam-se num corpo desprevenido de defesas (imunidade) e com pouca vitalidade (energia), com mente (emoção) frágil, onde a alimentação é carente de minerais, vitaminas e hábitos de equilíbrio comportamental biológico (comer com horas certas e ter o sono regular).

 

Existe uma ordem natural aplicada aos sistemas humanos, para que o corpo se renove e preserve a saúde, mas, em todos os níveis do Ser, o stress desenvolve degeneração. Quando este se instala, o corpo, ao ter a falsa sensação de que estamos a lutar pela vida, acelera as autodefesas e aumenta a produção de oxidação, (2) o que produz o envelhecimento.

 

As secreções adrenais, com esse desequilíbrio, aumentam a adrenalina no sangue e os nossos estímulos fisiológicos e digestivos são bloqueados.

 

Estamos declaradamente a criar a possibilidade de doenças degenerativas, (3) como é o caso da fibromialgia e de outras patologias autoimunes. Os radicais livres drenam o sistema molecular da energia do corpo e a membrana celular (4) reduz as suas capacidades naturais de se autorregenerar, e a dor instala-se como forma de pedido de socorro.

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