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Tudo é química

Quando falamos de amor, estamos a falar de química, quando falamos de nutrição, estamos a falar de química, quando falamos de stress, estamos a falar de química.

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São as reações químicas a todo o tempo à nossa volta que fazem o mundo ser como é. Em constante mutação, em constante interação química.

 

A química era uma disciplina da escola à qual eu não achava muita piada. Era difícil até. Hoje, acho-a fascinante. Tudo no mundo é química. Pegando, por exemplo, no stress, este acontece porque determinadas reações químicas acontecem no organismo que por sua vez desencadeiam um determinado efeito: a ansiedade, o nervosismo, o pulsar do coração. Tudo alavancado por interações químicas.

 

Posto isto, claro que é óbvio que o que comemos e da forma como comemos também influencia o nosso organismo. Comer uma banana antes do treino tem um efeito, comer depois tem outro. Já agora, convém comer antes de treinar, para usufruir dos seus hidratos de carbono no treino em vez de os acumular no pós-treino.

 

Esta é uma ideia já amplamente discutida e aceite. ‘Somos o que comemos’ faz cada vez mais sentido. Basta entrar na nossa área de Nutrição para dar com inúmeros artigos sobre a influência dos aliemntos no nosso organismo. Depois, há também todo um mundo de combinações sinergéticas, quepotenciam ainda mais o valor de cada aliemnto: mel e canela juntos, o arroz com o feijão, o tomate com o azeite…

 

E há também algumas combinações que é melhor evitar. Sabia, por exemplo, que batatas e carne não deveriam ser consumidos em simultâneo? Ou seja, subjaz a ideia de que certos alimentos ficam bem juntos, potenciando a sua ação, enquanto que outros não devem ser consumidos em simultâneo.  Neste artigo, pode tirar algumas dúvidas.

 

Há aqui matéria para explorar com combinações infinitas e um paraíso para os alquimistas da gastronomia. Divirta-se, se for o seu caso.

 

Boa semana.

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