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Tire cinco dúvidas sobre a pílula do dia seguinte

É abortiva? Quantas horas podem passar? Como saberei se fez efeito? É uma bomba hormonal? Dependendo de a quem se pergunte, poderá obter uma resposta diferente sobre a pílula do dia seguinte. Em caso de necessidade, é importante que não se confunda e faça um uso responsável da pílula do dia seguinte.

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SÓ PARA EMERGÊNCIAS

A pílula do dia seguinte não substitui o seu método contracetivo habitual. É um método de emergência para os casos em que existiram relações sexuais desprotegidas ou uma falha no método contracetivo habitual.

 

NÃO É ABORTIVA

Não se deve confundir a pílula do dia seguinte com a pílula abortiva. A sua função é evitar uma gravidez ANTES que esta se produza, inibindo ou atrasando a libertação do óvulo para que não seja fecundado pelos espermatozoides.

 

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NÃO É “UMA BOMBA HORMONAL”

A pílula do dia seguinte é um medicamento e, como tal, podem surgir efeitos secundários, a maioria leves e transitórios (dor de cabeça, náuseas, etc.) A pílula do dia seguinte atrasa a ovulação do ciclo menstrual em que é tomada, mas depois tudo voltará à normalidade.

 

COMO FUNCIONA

A pílula do dia seguinte atrasa ou inibe a ovulação (momento em que o óvulo maduro é libertado). Isto impede que os espermatozoides se encontrem com o óvulo, pois este não chega a ser libertado nessa altura e, ao não se libertar, não chega a haver fecundação.

 

É EFICAZ A 100%?

A pílula do dia seguinte não é eficaz a 100%. Isto porque há a probabilidade de a mulher já ter ovulado quando a toma. Tomar a pílula do dia seguinte o mais cedo possível após a relação sexual não protegida ou falha do método contracetivo dá-lhe uma maior probabilidade de eficácia.

 

Fonte: ellaOne

 

 

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