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The Hood, o primeiro anti-mall de Portugal abriu na Amadora

Distribuído por vários contentores, o The Hood oferece um mix selecionado de lazer, cultura, alimentação e retalho, para todos que procuram novas tendências. Com propostas exclusivas de arte urbana, música, exposições e lazer, quer ser o bairro criativo e artístico da Grande Lisboa.

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O The Hood abriu com um conceito inovador em Portugal: através da partilha de ideias, arte, conceitos e experiências, pretende promover o sentimento de bairro e comunidade, num espaço que se caracteriza como ‘anti-mall’. Aqui, as componentes artísticas, criativas e lúdicas convivem em pé de igualdade com a componente comercial, uma ideia que se resume na assinatura The Lisbon get-together.

 

O The Hood tem várias marcas criteriosamente escolhidas de acordo com o conceito do espaço, alojadas em contentores. Além de retalho e restauração, é possível também encontrar uma barbearia, um estúdio de tatuagens e um espaço de yoga e meditação. Dentro e fora dos contentores decorrem eventos, atividades lúdicas e desportivas, mercados e exposições dando destaque a artistas promissores que vão intervencionar e dinamizar o local com múltiplas ações, criando um lugar de lazer, entretenimento e fruição cultural sem precedentes em Portugal, ao ar livre, mas com zonas cobertas. Veja fotos na galeria acima e o vídeo de apresentação abaixo.

 

 

«Através da integração de públicos heterogéneos, queremos construir uma comunidade coesa e fiel ao espaço, explorar novos caminhos na produção de conteúdos, estabelecendo tendências, e dar palco à criação de produtos artísticos que acrescentem valor social, cultural, turístico e/ou económico à escala local e nacional», afirma Ivan Moreno, diretor de operações do The Hood.

 

Ainda em fase de soft opening, este hub criativo permanente conta com uma seleção de artistas nacionais e internacionais, estando a curadoria a cargo da plataforma de intervenção artística Mistaker Maker, que promove a produção de projetos nas mais variadas expressões de arte.  Até ao momento, a programação contou com nomes como Amaura, Cachupa Psicadélica, Alex D’Alva e Rui Miguel Abreu. Foi ainda realizado um campeonato de Skate e outras atividades como bordado sobre fotografia ou pintura em stencil.

 

A arte urbana é outro dos grandes atrativos deste espaço, com paredes, chão e tetos trabalhados por artistas como Antonyo Marest, Halfstudio e Aheneah e mobiliário customizado pelo Colectivo Warehouse. Para 2020 estão previstas intervenções artísticas regulares neste hub criativo.

 

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Regido sob os princípios da inovação, criatividade e revolução disruptiva, o The Hood apresenta opções para toda a família:  áreas de retalho com prestigiadas marcas nacionais e internacionais, zonas de chill-out, restauração e piquenique, espaços sociais, e uma ampla área com programação dedicada à arte, ao desporto, ao lazer e à cultura. «O The Hood oferece um mix selecionado de lazer, cultura, alimentação e retalho, para todos que procuram novas tendências. É um campo criativo que está sempre ativo e cria uma experiência de compra alternativa para as pessoas que normalmente não gostam de ir a shopping centres», explica.

 

O recinto, pensado e orquestrado desde 2014, está localizado no concelho da Amadora, na praça central do UBBO, antigo Dolce Vita Tejo. Tem seis mil metros quadrados, 1.700 dos quais são espaço locatável, bem como áreas outdoor e indoor.  Para Ivan Moreno, a escolha deste espaço justificou-se com «a proximidade e acessos à capital e por ser a maior praça coberta do País, com 25 mil metros quadrados».

 

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«Portugal e Lisboa, em particular, conquistaram, nos últimos cinco anos, o rótulo de melhores destinos, do ponto de vista de cultura urbana, lazer e entretenimento. Cidades como Berlim, Paris, Londres ou Barcelona têm visto Lisboa emergir rapidamente e tomar a dianteira, por isso foi muito natural a escolha da capital portuguesa para fazer este investimento», garante Ivan Moreno.

 

Este novo projeto tem ainda uma vertente social no que toca ao desenvolvimento da área suburbana de Lisboa, através do apoio à reabilitação urbana e integração sociocultural. Ao nível das artes, existe um apoio a iniciativas artísticas já existentes bem como o fornecimento de ferramentas para potenciais iniciativas de sucesso com associações e talentos locais, criando assim um vínculo real entre os visitantes e os residentes da região e acabando também por agregar todas as comunidades da Grande Lisboa.

 

O THE HOOD está situado na Avenida José Garcês e estará aberto todos os dias das 10h às 23h. Saiba mais aqui.

 

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