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Tenha a coragem de fazer o que quer

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Imaginação e criatividade nem sempre são uma falha na vida sexual. Por vezes, o problema está na falta de coragem para colocar em prática determinados desejos ou fantasias.

 

Nunca é de mais lembrar que nem todas as fantasias são para concretizar, mas todas elas têm um papel extremamente importante ao nível do erotismo. Uma fantasia ou desejo coloca os sentidos em alerta e aumenta o nível de desejo, mas por vezes há “cenários” que não podem nem deve sair do seu “ecrã mental”. Por vezes, não há condições físicas e até mesmo de maturidade sexual para embarcar em situações que, por muito excitantes que sejam, podem originar confusão e turbilhões de emoções com as quais não se sabe lidar.

 

Feitas as advertências iniciais, avancemos então para a importância desta dica. Nem sempre se sabe o que se quer! Quando não conhecemos um produto e nem sabemos que existe, não criamos a necessidade de o ter! Ora, no sexo funciona da mesma forma. Nem sempre a criatividade e imaginação são suficientes para criar um cenário erótico onde a libido se manifesta. Há que explorar território, ler, ver fotos e filmes eróticos/pornográficos. Tal como nas profissões ligadas à criatividade, é necessário estar a par das novidades, novos conceitos e tendências, na sexualidade funciona da mesma forma.

 

Alimentar a imaginação e a criatividade é fundamental para que os “cenários” sexuais funcionem como ativadores de energia erótica e fluam de forma natural. O passo seguinte é ter a ousadia de confessar o que se deseja, como e quando se deseja. Nem sempre é fácil assumir perante outras pessoas o que ativa o seu desejo. Por vezes, há o receio de chocar os outros e o pensamento tradicional: “O que vai pensar de mim!” atormenta muitas pessoas. Com a agravante de que determinados comportamentos ou práticas têm conotações negativas.

 

Cada pessoa rege a sua vida sob determinadas regras de conduta, princípios morais ou crenças sobre si e o mundo que o rodeia. Sempre que tomamos uma atitude refletimos sobre se está em concordância com estas estruturas mentais que balizam a vida de cada um e lhes permitem manter a segurança intacta. O certo e o errado, ou deve ou não deve e o faço ou não faço, muitas vezes, estão mais dependentes do exterior do que da própria pessoa.

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