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Tasca Vasco leva comida de conforto à Baixa do Porto

Moelas estufadas, lulinhas com molho tártaro ou costelinhas de porco bísaro são alguns dos pratos da carta, que tem por base a cozinha tradicional portuguesa, mas com um cunho próprio. Para uma experiência completa, apresentam-se em loiça com motivos tradicionais portugueses e são servidos num ambiente intimista. Este é o quinto espaço do Grupo Cafeína, que já tem quatro restaurantes na Foz e chega agora ao centro da cidade.

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Chama-se Tasca Vasco e tem como lema “uma tasca com vida, uma cozinha atrevida”. O novo restaurante do Grupo Cafeína, que já opera na cidade do Porto, foi desenvolvido para agradar aos portuenses, mas também aos visitantes. Apresenta, por isso, uma carta variada com base na cozinha tradicional portuguesa, mas com um cunho próprio. Veja algumas imagens na galeria acima.

 

A Tasca Vasco tem como missão trazer para a Baixa o mesmo ambiente intimista e alguns dos pratos mais procurados pelos portuenses na Foz. «Não é por acaso que dizemos que esta é uma tasca atrevida. Além de trazer para o centro da cidade os best sellers da Casa Vasco – Lulinhas e Gambas com molho tártaro, Bife de Espadarte, Picanha e Tarte de Maçã Escondida – esta carta permite-nos transformar alguns dos sucessos do anterior Panca em pratos Tasca Vasco, como por exemplo, o famoso ceviche, que se apresenta como “Peixeirada Pura”», afirma Camilo Jaña, o chef executivo do Grupo Cafeína e responsável pela carta.

 

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E como são os pormenores que fazem a diferença, nada foi deixado ao acaso. O empratamento é feito em loiça inspirada em motivos tradicionais portugueses e pintada à mão por mestres artesão nacionais. Também os bancos “rabo-de-baleia” são de fabrico artesanal, produzidos num ateliê familiar parisiense onde são aplicadas as técnicas originais de 1913.

 

O ambiente intimista é, ainda, complementado com a utilização de elementos domésticos como é o caso de livros, plantas e de frascos de conserva que, ao fim de cerca de dois meses de exposição, estão prontos a ser servidos.

 

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Para Vasco Mourão, fundador e diretor geral do Grupo Cafeína, «na base deste conceito está uma referência gastronómica que sentimos que faz falta à baixa da cidade, quer para os locais, quer para os estrangeiros, que procuram a identidade portuguesa, numa atmosfera acolhedora e genuína». E acrescenta que «este é mais um passo importante na concretização de um projeto que acreditamos que vai trazer um valor acrescentado, em termos de caracterização, para esta zona da cidade. Tal como aconteceu na Foz, queremos desenvolver um conceito de bairro gastronómico com ofertas complementares».

 

Consulte a carta na página seguinte.

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