Vera de Melo – Psicologia

Psicóloga clínica. Escreve quinzenalmente à quinta-feira.

Cada pessoa vive de diferente forma o luto, mediante as culturas, o meio em que está inserida e o próprio contexto da perda. No entanto, considera-se que vivenciá-lo de forma natural é ultrapassar o processo de luto através da realização de diversas tarefas, distribuídas ao longo de um continuum de tempo. Por Vera de Melo.

No cenário atual que vivemos, um cenário de pandemia, onde nos é lançado o desafio de ficar em casa, cria-se um terreno fértil para a proliferação da violência doméstica. Estar confinado/a em casa com um cônjuge violento é muito perigoso. Por Vera de Melo.

Vivemos a vida em stress constante, queixamo-nos do trabalho, do trânsito, dos colegas, da falta de falta de tempo, para nós e para a família. No entanto, agora, por força das circunstâncias, temos tempo, mas queremos voltar a não ter. Queremos a nossa vida agitada de volta. Alguém que perceba o ser humano, nunca está satisfeito com o...

Um mundo empresarial sem idiotas é tão improvável quanto impossível. A sociedade transformou-se num aeroporto de idiotas, a cada dia aterra mais um avião lotado, o que nos deve a todos preocupar. Mas porque há tantos chefes Idiotas? Por Vera de Melo.

Durante algumas horas, o desafio é guardar as nossas máscaras sociais quotidianas e dar lugar, pelo anonimato adornado por uma máscara escolhida, a aspetos da nossa verdadeira identidade. Por Vera de Melo.

A escola no geral e o professor em particular não podem, sob circunstância alguma, assumir o papel de ficar com o conjunto dos problemas que a família não consegue ou não quer resolver. Por Vera de Melo.

Não escolhemos a pessoa que amamos, nem escolhemos quando deixar de amar, o amor simplesmente acontece. Por Vera de Melo.

É no futebol, na vida, no mundo laboral. Os mais fortes emocionalmente são os que enfrentam de forma mais estruturada as dificuldades, encaram com esperança as adversidades e atingem sucesso. Descubra quem é Bruno Miguel da Silva Nascimento e se partilha algumas das suas características. Por Vera de Melo.

Pela sétima vez a cor do ano é azul, mas é a primeira experiência multisensonsorial e só por isso já fez história! Pela sétima vez, é escolhido um tom azul, assim foi em 2000, 2003, 2005, 2008, 2010, 2016 e em 2020. Por Vera de Melo.

Brindar às intenções de ano novo e comer as célebres passas é um ritual que afasta angústias, teoricamente renova a esperança no amanhã, mas, infelizmente, nada muda. Mudar só depende mesmo de si e da sua vontade, por isso, este ano proponho-lhe entrar em 2020 com o pé esquerdo. Por Vera de Melo.