Luís Geadas Costa – Carreira

Gestor de recursos humanos. Escreve quinzenalmente à sexta-feira.

Temos de ser sinceros, não vamos todos aprender um novo idioma no mesmo tempo, com a mesma rapidez, com o mesmo empenho e com os mesmos resultados. Contudo, estes fatores não devem ser considerados como ‘morte certa’ na aprendizagem. Por Luís Geadas Costa.

A COVID-19 trouxe muitas coisas más, mas potencializou coisas muito boas, entre elas o teletrabalho e neste caso a formação à distância.

À primeira vista vemos imensas vantagens quando falamos de teletrabalho, e sem dúvida é um dos métodos de trabalho mais produtivo, mas é preciso encontrar o equilíbrio, o chamado work life balance.

"Vamos fazer uma pausa", "vamos fumar um cigarro num instante", "vamos tomar um café ali na cafetaria", "almoçamos juntos hoje?". Soa tão estranho, soa tão longínquo, não acham? Parece que foi há uma década que deixamos de ir ao escritório, de ver os nossos colegas, de almoçar na sua companhia, de fazer "a pausa" e "fumar o cigarro" juntos,...

É cada vez mais fácil termos nas empresas colegas e chefias de diferentes culturas, países e credos. E isso implica desafios sobretudo na liderança.