Luís Geadas Costa – Carreira

Gestor de recursos humanos. Escreve quinzenalmente à sexta-feira.

“I love my job” é a frase encontrada no uniforme de uma empresa. Intenso, diria eu. Concordam com esse slogan? Por Luís Geadas Costa.

Uma empresa de referência no mercado de gestão de pessoas e talentos indica que 64% das empresas têm dificuldade na retenção de colaboradores. Um número enormíssimo num país como Portugal, tendo em conta que temos muitas pequenas e médias empresas. Mas…. Porquê? Por Luís Geadas Costa.

Vai ser inevitável acontecer. Vamo-nos enganar em relação a colegas, chefias, etc. O mundo do trabalho é uma selva, e há sempre quem "não olhe a meios para atingir os fins". Por Luís Geadas Costa.

Hoje em dia, ser-se honesto é algo raro. Uma virtude, uma qualidade em extinção, num mundo saturado de egocentrismos, mentiras e onde “vale tudo”, especialmente no meio laboral. Por Luís Geadas da Costa.

Voltamos a confinar e agora o teletrabalho, quando possível, é obrigatório. Mas tanto se tem falado sobre esta modalidade, muitos se queixam que “trabalham” mais e não conseguem gerir horários, já outros tornaram-se fãs. E, para si, é DESAFIO ou BENEFíCIO? Por Luís Geadas Costa.

Esta é uma das questões que inquieta a muitos portugueses, e é mais que legítimo. Uma crise sanitária mundial, o medo da mudança e os números do desemprego levam muitos a pensar "será este o momento de mudar de emprego"? E se não for para mudar, mas simplesmente para encontrar porque está desempregado, é possível fazê-lo em plena crise mundial?...

Nos dias que correm e num mundo tão crítico, ser refilão é quase ser encarado como negativo, crítico, descontente, irreverente e rebelde.... Mas será que é assim? Por Luís Geadas Costa

2020 foi sem dúvida alguma um ano desafiante. Não deixou ninguém indiferente, todos ficámos com marcas deste ano. E as empresas foram as que mais tiveram de se reinventar. Por Luís Geadas Costa.

Temos de ser sinceros, não vamos todos aprender um novo idioma no mesmo tempo, com a mesma rapidez, com o mesmo empenho e com os mesmos resultados. Contudo, estes fatores não devem ser considerados como ‘morte certa’ na aprendizagem. Por Luís Geadas Costa.

A COVID-19 trouxe muitas coisas más, mas potencializou coisas muito boas, entre elas o teletrabalho e neste caso a formação à distância.