José Cunha – Ginecologia

Médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia.

A endometriose é uma doença que se define pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da cavidade pélvica: ovários, trompas, bexiga e intestinos. Por José Cunha.

Cerca de um quarto das mulheres em idade fértil terá sinais detetáveis no exame clínico ou na ecografia pélvica, embora nem todas tenham sintomas. Por José Cunha.

A endometriose é uma doença que se define pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da cavidade pélvica: ovários, trompas, bexiga e intestinos. Por José Cunha.

Estima-se que uma mulher tem oportunidade de ovular e engravidar cerca de 400 vezes. A idade é, por isso, o fator predominante para o sucesso da gravidez. Por José Cunha.

Em 85% das mulheres em idade fértil, ocorrem ciclicamente, cerca de 15 dias antes da menstruação, uma série de alterações físicas e emocionais que podem causar perturbações a vários níveis. Sabia que é mais frequente entre os 25 e os 45 anos e nas mulheres que já tiveram filhos? Por José Cunha.

As principais características que distinguem a mulher do homem são devidas aos estrogénios. A sua falta causa inúmeros distúrbios à saúde e bem-estar da mulher. Por José Cunha.

A obesidade é um problema comum entre as mulheres na idade reprodutiva, estimando-se que entre 50% a 55% das mulheres em Portugal têm excesso de peso ou são obesas. Esta condição traz impactos negativos à fertilidade e à própria gravidez. Por José Cunha.

É diferente ter 40 anos, ser saudável e não ter excesso de peso, do que ser obesa, fumadora e ter doenças associadas, revela o gineciologista José Cunha.

Esta fase é uma verdadeira síndrome de carência estrogénica que afeta todo o organismo da mulher. Conheça os seus efeitos e como os combater. Por José Cunha.

Será a menstruação um acontecimento necessário na vida da mulher? À luz do conhecimento científico atual, tem-se tornado cada vez mais evidente que menstruar mais vezes ao longo da vida faz provavelmente pior do que menstruar menos vezes. Por José Cunha.