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	<title>Mood Magazine &#187; Cristina Mira Santos &#8211; Sexologia</title>

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	<description>A Mood é uma webmagazine diária que publica informação nacional e internacional sobre bem-estar, lazer, comportamento, carreira, família, moda, beleza, etc.</description>

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		<title>Os pormenores que podem arruinar um bom momento de sexo</title>

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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2018 21:50:22 +0000</pubDate>

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		Cristina Mira Santos
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      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[Os distratores são poderosos inimigos de um estado pleno de entrega e recetividade do prazer.  É a depilação que ficou por fazer, a barriga inchada dos últimos dias... Quando uma pessoa se sente insegura tem menos capacidade de receber e de se entregar ao prazer. ]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Os distratores são poderosos inimigos de um estado pleno de entrega e recetividade do prazer.  É a depilação que ficou por fazer, a barriga inchada dos últimos dias... Quando uma pessoa se sente insegura tem menos capacidade de receber e de se entregar ao prazer. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/04/people-2563426_960_720.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/o-poder-do-olfato-na-promocao-da-saude/">O poder do olfato na promoção da saúde</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Tudo o que possa retirar o foco do que se está a fazer é uma preocupação em qualquer área da vida, mas na cama assume contornos que podem ser preocupantes, pois o prazer tem tendência para aumentar em função da capacidade de rendição ao momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estar no aqui e no agora é indispensável para ter sexo de qualidade. E se nos distraímos e somos traídos por pensamentos que nos tornam inseguros, está tudo estragado!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/salao-erotico-regressa-ao-porto-com-mais-espetaculos-e-expositores/">SALÃO ERÓTICO REGRESSA AO PORTO COM MAIS ESPETÁCULOS E EXPOSITORES</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Olhar para o próprio corpo e recordar que a depilação não está feita, sentir que ao tocar-se a sua pele está em harmonia com o deserto, perceber que o seu estômago está dilatado devido à má alimentação dos últimos dias, fazer uma inspiração profunda e sentir um odor pouco fresco vindo das axilas… são, entre muitos outros, alguns dos fatores que fazem perder o foco. Estar em harmonia com o corpo é uma das condições para sentir segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como é natural, todos estes aspetos devem ser incluídos nas rotinas diárias, quer se pretenda fazer amor, nesse dia, ou não. Mas a realidade nem sempre é esta. Muitas vezes a forma descuidada com que se encara o corpo só se torna uma preocupação em situações de intimidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/fantasias-sexuais-femininas-evoluem-com-a-idade-2/">FANTASIAS SEXUAIS FEMININAS EVOLUEM COM A IDADE</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mau estar que estes aspetos podem gerar na vida sexual do casal vai depender de pessoa para pessoa e até mesmo de casal para casal. Em determinadas situações, estas questões estão de tal modo intrincadas que já não se consegue dizer se a pessoa se descuida e desmazela para não ser suficiente atrativa e desencorajar o(a) parceiro(a) ou se a sua autoestima está de tal modo afetada que não consegue recuperar o esmero e cuidado com o corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto menos se gosta menos se cuida e quanto menos se cuida menos se gosta. E esta situação aplica-se cada vez mais a homens e mulheres. Sim porque estas preocupações não afetam só as mulheres. Hoje há cada vez mais homens que tomam consciência da importância deste tipo de distratores relacionados com o próprio corpo.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>A falta de amor próprio é um dos principais inimigos do prazer. Quando uma pessoa se sente insegura tem menos capacidade de receber e se entregar ao prazer. A pessoa não se considera digna e esta noção nem sempre é consciente. Mimar-se e cuidar do seu corpo é muito mais do que tomar banho todos os dias. Cuidar de si transcende o uso de creme hidratante diário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sentir segurança é gostar do que se vê quando se olha ao espelho. Ter uma autoestima saudável implica dar atenção aos pormenores que são importantes, sem que se torne um comportamento obsessivo. Muitas vezes é mais fácil concentrar a atenção na aceitação de si tal qual é do que operar uma mega transformação de tal ordem que não se reconheça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/sexo-de-reconciliacao-porque-e-o-melhor-de-todos/">SEXO DE RECONCILIAÇÃO: PORQUE É O MELHOR DE TODOS?</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os distratores são igualmente importantes quando relativos ao corpo do(a) parceiro(a). Neste caso, já não depende da própria pessoa a capacidade de ultrapassar a situação. É aqui que a honestidade e a capacidade de comunicar são colocadas à prova. O medo de magoar o outro pode e deve ser ultrapassado, se a relação está alicerçada numa base de confiança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há muitas maneiras de dizer as coisas sem se ser grosseiro e provavelmente o que o(a) parceiro(a) está a precisar é de alguém que contribua para sentir a motivação necessária e aumentar a autoestima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/maioria-dos-portugueses-prefere-sexo-oral-como-preliminar/">MAIORIA DOS PORTUGUESES PREFERE SEXO ORAL COMO PRELIMINAR</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser uma pessoa segura e confiante contribui em larga escala para aumentar os níveis de prazer nas inteirações sexuais. O modo como somos na vida vai espelhar-se ma cama e vice-versa. Não espere recuperar o seu poder pessoal na cama se não o fizer na vida. De pouco servem as estratégias e truques sexuais se a pessoa se sentir fragilizada ou inferiorizada quando faz amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É necessário trabalhar a autoestima e recuperar o amor próprio para que a sua capacidade de dar prazer evolua a par da sua capacidade de o receber. Distraia os distratores e antecipe as situações cuidando de si e do seu corpo com amor, todos os dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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	<item>

		<title>Ame-se e deixe-se amar sem sentir culpa</title>

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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 08:55:27 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Amar parece um conceito tão simples e ao mesmo tempo pode ser tão difícil de colocar em prática. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2015/10/blue-eyes-237438_1280.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/sopa-um-alimento-funcional-e-desintoxicante/">Sopa: um alimento funcional e desintoxicante</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Amar parece um conceito tão simples e ao mesmo tempo pode ser tão difícil de colocar em prática. A quantidade de obstáculos que se conseguem atravessar no caminho chega a ser assustador. Em certas situações, é bem mais complicado aceitar o amor dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada pessoa tem uma noção diferente de amar e ser amado, e nem sempre coincide com a noção do parceiro. A construção do modo como nos relacionamos com o amor está muito dependente da mochila emocional que cada um carrega e que se foi enchendo desde que nascemos. O modo como os nossos pais amam e se permitem ser amados é uma das primeiras grandes influências, posteriormente os vários relacionamentos vão moldando a nossa forma de amar e sermos amados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fundo, este sentimento está intimamente relacionado com a nossa autoestima e a noção de merecimento que nos acompanha. Numa análise superficial, todos nós nos consideramos dignos e merecedores de sermos amados, mas quando analisamos mais profundamente esta questão nem sempre a conclusão é a mesma. Quem não se ama a si mesmo demonstra mais dificuldade a aceitar o amor dos outros. Regra geral, nestas situações, a postura é de desconfiança face ao amor dos outros. Raramente esta situação é consciente. É necessário estar atento aos comportamentos, reações e emoções que transportamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante sermos observadores dos nossos próprios pensamentos para concluir do grau de amor próprio que transportamos. Quantas vezes não duvidamos do amor dos outros ou nos sentimos inseguros em relação a ele se nós próprios não estivermos seguros do nosso real valor. Quem pensa exclusivamente nos outros em primeiro lugar e raramente considera as suas verdadeiras necessidades, quem muitas vezes se prejudica em detrimento dos outros ou quem já se esqueceu de quem é por estar em constante serviço ao outro tem naturalmente mais dificuldade em sentir o verdadeiro amor por si mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na cama, as coisas não são diferentes. Quem se coloca, na vida, em constante serviço aos outros e descura os seus desejos irá fazer o mesmo numa situação sexual. A prioridade será satisfazer o outro e a sexualidade passa a ser apenas mais um instrumento para se entregar ao outro. Esta postura tem de ser equilibrada. Temos de estar atentos e prontos a satisfazer as necessidades dos outros, mas de forma equilibrada temos de ser a prioridade da nossa própria vida. Quem não está bem consigo próprio, quem não se ama o suficiente viverá em carência e mais cedo ou mais tarde não terá muito para dar aos outros.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>Se cada um tratar/cuidar/amar a si próprio como trata/cuida/ama o outro terá maior probabilidade de ter em quantidade e qualidade para os outros. Se nos damos exclusivamente aos outros e temos a expectativa de que os outros nos deem o equivalente corremos o risco de estar sempre em défice.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quantas vezes não avaliou a sua vida pensando que está lá sempre para os outros e quando precisa não há lá miguem para si? Se isto já lhe aconteceu ou acontece frequentemente é porque provavelmente não se ama o suficiente. Não entregue nas mãos dos outros a responsabilidade de amar. Resgate para si essa função e verá que muitas coisas na sua vida podem mudar! Aprenda a receber amor, atenção e carinho na mesma proporção que gosta de dar. Elimine da sua vida a sensação de que só é feliz, ou é mais feliz, a dar do que a receber e vai ver que muita coisa se transforma em seu redor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, é indispensável abandonar a sensação de egoísmo quando o centro das suas atenções for você próprio. Se tudo acontecer de forma equilibrada, não podemos considerar isso egoísmo. Não é salutar sentir-se culpado por ter pensado em si antes de pensar primeiro não outros. O que é natural é pensar em si e fazê-lo de forma que os outros não sejam prejudicados. O amor é inesgotável desde que seja alimentado. Se a fonte for bem tratada nunca terá razões para secar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Traduzido esta perspetiva para a vida sexual é importante saber o que gosta e quer para perceber se os seus desejos são concedidos em paralelo com a sua entrega ao outro. Se o parceiro se dedicar a si não questione ou ponha em causa julgando que é tudo feito de forma interesseira por se querer algo em troca. Nada na vida chega de forma desinteressada. Na maioria das vezes também nós fazemos as coisas com intenção de algo em troca e isso não está errado o que não funciona é pensarmos que esse sistema é prejudicial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando falamos de amor incondicional pensamos normalmente no amor pelos filhos, mas de forma global esse amor não é desprovido de intenção. Em última análise queremos em troca o amor dos filhos. Falar de amor incondicional é projetar um ideal que nem sempre é tangível. Esperar seja o que for em troca é legítimo, mas se estamos focados única e exclusivamente no outro não temos possibilidade de sentir quais os benefícios que retiramos da nossa entrega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando damos ou amamos ficamos sempre a ganhar o segredo está no foco. Devemos amar porque queremos e se alguma retribuição chegar devemos sentir-nos gratos por isso e não culpados por estarmos a esgotar os recursos dos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quantas vezes na interação sexual se desliga o botão do prazer por terem chegado pensamentos tais como: &#8220;Já deve estar cansado de tanto dar e já deve estar à espera de receber!&#8221; Mesmo que o outro não tenha dado mostras de cansaço ou desinteresse. Muitas vezes este é apenas um bloqueio à nossa capacidade de receber e a nossa capacidade de estar ao serviço está a ser posta à prova.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ame-se na devida proporção que ama os outros e aprenda a receber o que os outros têm para si, e muita coisa mudará na sua vida sexual. Seja feliz amando o que tem mais próximo de si&#8230;você mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/o-poder-do-olfato-na-promocao-da-saude/">O poder do olfato na promoção da saúde</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>Desfrute do caminho para saborear o destino</title>

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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 07:50:55 +0000</pubDate>

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		Cristina Mira Santos
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      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Não tenhamos ilusões de que a forma de viver a sexualidade é muito diferente da forma como vivemos a nossa vida. Em geral uma é reflexo de outra e vice-versa. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/07/kk.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p><p>Se compararmos o sexo com uma viagem Lisboa/Porto, podemos analisar várias maneiras de desfrutar do caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se estivermos com pressa e focados apenas no destino, vamos optar por utilizar a autoestrada que embora tenha bonitas paisagens tudo passa muito depressa e temos pouco tempo para colocar os nossos sentidos em funcionamento. O objetivo final é cumprido, chegamos depressa, mas outras possibilidades ficaram pelo caminho. Será sempre uma opção, pois nem sempre tempos tempo para contemplar e nem todos somos dados a esse tipo de pratica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, se estivermos, por exemplo, de férias e se gostarmos de descobertas, temos a hipótese de ir pela nacional podendo parar aqui e ali e conhecer um pouco do nosso país. Abrir a janela do carro e sentir os cheiros característicos, almoçar a meio caminho e saborear a gastronomia local, ouvir os sons da natureza e sentir-se deslumbrado num miradouro algures no trajeto, são privilégios de quem se dá ao luxo de saborear a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não tenhamos ilusões de que a forma de viver a sexualidade é muito diferente da forma como vivemos a nossa vida. Em geral uma é reflexo de outra e vice-versa. É natural que nem sempre tenhamos tempo ou disponibilidade mental para determinado tipo de experiências, mas no sexo é a mesma coisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há envolvimentos sexuais diferentes com propósitos diferentes e condicionados por envolvências e cenários diferentes. Se não temos muito tempo para dedicar a uma relação, também não podemos esperar ter muito tempo para desfrutar de momentos de intimidade profundos. É tudo uma questão de opção. Se a nossa vida apenas nos permite andar de autoestrada a mais de 100km/h, não podemos querer sentir-nos envolvidos nem inspirados pelo que nos rodeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Viver de forma superficial e reunir o máximo de experiências num mínimo espaço de tempo é uma opção tão válida como viver de forma lenta saboreando cada momento. Apenas temos de decidir que estilo de vida queremos e aprender a tirar proveito do que escolhemos. De qualquer modo, é de Sexo Gourmet que se trata nestas 10 dicas e, por isso mesmo, farei aqui a apologia da vida em modo lento como quem prepara e saboreia uma refeição única com ingredientes de primeira, cozinhados em lume brando e com requintes de chefe credenciado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para usufruir de uma interação sexual e beneficiar da sua capacidade nutritiva, é indispensável entregar-se ao que está a fazer. Estar consciente do que sente e do que gosta, ou não, prolongar sensações e potenciar emoções, são condições para um resultado de qualidade. Por vezes, partir sem destino é um desafio interessante. Ir à descoberta pode ser o ingrediente mistério que fará do momento uma daquelas recordações para o resto da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por vezes, é necessário não ter um destino concreto para se conseguir dar importância ao que acontece no caminho. Partir à descoberta do próprio corpo ou do parceiro sem se concentrar no orgasmo pode ser um propósito válido. Muitas vezes em terapia são propostas estratégias que permitam aos indivíduos retirar o foco das áreas genitais para permitirem identificar sensações ao longo de todo o corpo, descobrir novas sensações, formas de reagir ou segredos guardados em zonas que normalmente não recebem estimulação. Estas são formas de saborear o caminho retirando a atenção do destino. Outra das formas criativas de entender o sexo pode ser mudar o destino. O destino não tem de ser sempre o orgasmo pode ser apenas relaxar os músculos do corpo ou chegar a um estado de consciência corporal que lhe permita calibrar a relação que tem com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo é possível basta estar consciente das suas intenções e entender que o orgasmo, embora importante, não é o único caminho a atingir num envolvimento sexual. Por vezes, uma boa dose de beijos e abraços faz mais pelos seus intervenientes do que um orgasmo fugaz. Permita-se explorar o potencial de prazer escondido no seu corpo e mente, desafie o parceiro para uma viagem inesquecível onde vale tudo, até o orgasmo! Sinta-se em paz com as suas opções e entregue-se a um caminho lento e saboroso&#8230;seja feliz!</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/primavera-uma-explosao-de-cores/">Primavera, uma explosão de cores</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>Liberte-se de pressões sociais e crenças erradas</title>

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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 14:43:43 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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        <dc:publisher>Cristina Mira Santos</dc:publisher>

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      	<dc:modified>Tue, 21 Jun 2016 14:43:43 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>O que pensamos sobre o que os outros pensam de nós é provavelmente uma das pressões sociais mais poderosas que podemos enfrentar. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/04/sasa1.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/sopa-um-alimento-funcional-e-desintoxicante/">Sopa: um alimento funcional e desintoxicante</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Nada melhor do que um ‘parece mal!’ para destruir uma boa autoestima. Bem certo que vivemos em sociedade e que ‘a nossa liberdade termina onde começa a liberdade do outro´, mas igualmente certo é que da nossa vida sabemos nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seja como for, paira sempre no ar a pergunta: ‘O que os outros vão pensar?!’, quando estamos inseguros sobre alguma das nossas decisões ou mesmo quando nós próprios nos estamos a boicotar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que pensamos sobre o que os outros pensam de nós é provavelmente uma das pressões sociais mais poderosas que podemos enfrentar. Nestas situações, nem são necessários comentários ou expressões faciais por parte dos outros, pois é a nossa cabeça que faz todo o ‘filme. ´</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é um sistema muito eficaz de autorregulação que se fundamenta no efeito de espelho e muitas vezes retira a responsabilidade da falta de ação. O indivíduo não age ou não toma determinada decisão porque os outros não iriam aprovar. No fundo, é a própria pessoa que não aprova a ação ou decisão e não quer assumir isso. Assim pode sempre dizer que não fez por causa dos outros, e assim não se sente culpada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é uma forma de pressão social disfarçada onde a fonte da pressão é a própria pessoa. De qualquer modo, o efeito da pressão social, efetiva na vida de cada um é extremamente poderosa. Os falsos moralismos ou os puritanismos exacerbados são comuns e acontecem de forma transversal em toda a sociedade e sobre variadíssimos temas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A sexualidade é um dos temas preferidos deste tipo de comportamento. Sendo um tema tabu e de conotação duvidosa, está mais exposto aos ataques sociais. Para entender a pressão social relativa ao sexo, seria útil lembrar que ao longo de muitos séculos a ‘sexualidade branca’ era toda aquela que se destinava à procriação. Os atos sexuais que se destinassem a conceção de um novo ser eram puros e imaculados.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>Como todos sabemos, na maioria dos casos, é pressuposto haver coito vaginal para óvulo e espermatozoide se encontrarem. Não sendo a mesma coisa, mas estando regra geral unidos no tempo, orgasmo masculino e ejaculação estão associados. Sendo que é necessário haver esperma para conceber, a ejaculação passa a ter um papel fundamental e para isso é muito importante um pénis ereto. Assim nasce o culto do &#8220;pénis ereto&#8221; e a fé no &#8220;coito vaginal&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa sociedade patriarcal em que os valores morais assentam neste dogma procriativo, não sobra margem para o prazer. Assim, nas relações oficias, onde o filho varão tem toda a importância na sucessão da posse material, acaba por nascer a crença na &#8220;virgindade&#8221;. Só assim seria possível garantir que o primeiro a nascer fosse mesmo filho de determinado homem…e poderíamos continuar por aqui a desenrolar este rol de necessidades sociais que ao longo dos séculos transformaram o sexo num ato procriador!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E o prazer? Onde fica? A resposta a estas perguntas leva-nos a uma lista igualmente infindável de crenças que ainda hoje transtornam a vida sexual de muitos dos comuns dos mortais. Proponho então que em vez de sexo passemos a chamar &#8220;atos procriadores&#8221;, os descritos anteriormente, e &#8220;prazer&#8221; os de que falaremos adiante. Assim, não há confusão possível. Está tudo na maneira como a sociedade tem encarado os órgãos genitais. Se estiverem enquadrados no aparelho reprodutor são &#8220;sexo limpo&#8221; se estiverem por sua conta e, neste caso, só visarem o prazer são &#8220;sexo sujo&#8221;!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ora então nesta lógica &#8220;em casa&#8221; não há &#8220;sexo sujo&#8221;, e se não queremos fazer mais do que 2 ou 3 filhos, pois não há bolsa que aguente, onde fica a vida sexual?! Este discurso até parece desadequado aos dias de hoje, e de um modo geral a situação já não é assim tão assustadora, mas mesmo que se tratem de questões mais simples como o sexo oral ou a saúde dos preliminares se analisarmos com afinco é provável que encontremos resquícios destas linhas de pensamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para que servem estas coisas se o que importa é a penetração. Basta reparar que quando a maioria das pessoas quer definir a frequência com que tem sexo vai automaticamente refletir sobre o número de vezes em que, primeiro, se envolveu com outra pessoa (a masturbação fica de fora) e, depois, em quantas dessas vezes houve penetração. E só essas serão contabilizadas para a frequência do sexo! Em suma &#8220;sexo limpo&#8221; para procriar e &#8220;sexo sujo&#8221; para ter prazer. Esta crença cristalizada no inconsciente coletivo colabora para grande parte da ausência de prazer no sexo moderno. E de igual contribui para o estereótipo que associa o prazer aos profissionais do sexo. Se, no meio do caminho, estiverem pessoas que mesmo sem pretenderem procriar conseguirem ter prazer, teremos uma situação ótima, mas que nem todos conseguem atingir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias de hoje, estas crenças estão mais esbatidas e a distância entre procriação e prazer é cada vez menor. De qualquer modo, este é o caminho. Os órgãos genitais são uma fonte de prazer que também podem exercer funções de criação de novos seres, mas não se esgota aí. Viver uma sexualidade livre de tabus e crenças é um propósito saudável que tem imensos benefícios para a saúde e cabe a cada um de nós avaliar o grau de influência que este tipo de crenças exerce na nossa vida. Preservando o respeito por si e pelos outros, valorizando a privacidade e intimidade de um ato de vital importância para cada um, tudo é possível. Descobrir uma sexualidade responsável e nutridora está ao alcance de todos, bastando para isso tornar os seus atos conscientes e coerentes com quem é. Ame-se e seja feliz!</p>
<p>&nbsp;</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/shirodhara-uma-das-mais-relaxantes-terapias-da-ayurveda/">Shirodhara: uma das mais relaxantes terapias da Ayurveda</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>Tenha a coragem de fazer o que quer</title>

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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 07:58:32 +0000</pubDate>

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		Cristina Mira Santos
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      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<sapo:body><![CDATA[<strong>Imaginação e criatividade nem sempre são uma falha na vida sexual. Por vezes, o problema está na falta de coragem para colocar em prática determinados desejos ou fantasias. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/7.jpeg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/primavera-uma-explosao-de-cores/">Primavera, uma explosão de cores</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Imaginação e criatividade nem sempre são uma falha na vida sexual. Por vezes, o problema está na falta de coragem para colocar em prática determinados desejos ou fantasias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nunca é de mais lembrar que nem todas as fantasias são para concretizar, mas todas elas têm um papel extremamente importante ao nível do erotismo. Uma fantasia ou desejo coloca os sentidos em alerta e aumenta o nível de desejo, mas por vezes há &#8220;cenários&#8221; que não podem nem deve sair do seu “ecrã mental&#8221;. Por vezes, não há condições físicas e até mesmo de maturidade sexual para embarcar em situações que, por muito excitantes que sejam, podem originar confusão e turbilhões de emoções com as quais não se sabe lidar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Feitas as advertências iniciais, avancemos então para a importância desta dica. Nem sempre se sabe o que se quer! Quando não conhecemos um produto e nem sabemos que existe, não criamos a necessidade de o ter! Ora, no sexo funciona da mesma forma. Nem sempre a criatividade e imaginação são suficientes para criar um cenário erótico onde a libido se manifesta. Há que explorar território, ler, ver fotos e filmes eróticos/pornográficos. Tal como nas profissões ligadas à criatividade, é necessário estar a par das novidades, novos conceitos e tendências, na sexualidade funciona da mesma forma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alimentar a imaginação e a criatividade é fundamental para que os &#8220;cenários&#8221; sexuais funcionem como ativadores de energia erótica e fluam de forma natural. O passo seguinte é ter a ousadia de confessar o que se deseja, como e quando se deseja. Nem sempre é fácil assumir perante outras pessoas o que ativa o seu desejo. Por vezes, há o receio de chocar os outros e o pensamento tradicional: &#8220;O que vai pensar de mim!&#8221; atormenta muitas pessoas. Com a agravante de que determinados comportamentos ou práticas têm conotações negativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada pessoa rege a sua vida sob determinadas regras de conduta, princípios morais ou crenças sobre si e o mundo que o rodeia. Sempre que tomamos uma atitude refletimos sobre se está em concordância com estas estruturas mentais que balizam a vida de cada um e lhes permitem manter a segurança intacta. O certo e o errado, ou deve ou não deve e o faço ou não faço, muitas vezes, estão mais dependentes do exterior do que da própria pessoa.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>Em geral, o que mais pesa na hora de escolher o que fazer está nas mãos dos outros. Se a própria pessoa entender que os outros não avaliarão negativamente a sua escolha, ela segue em frente, caso contrário, muitos desejos ficam pelo caminho, logo à partida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por vezes, basta conceber que os outros podem não achar correto ou fazerem um juízo, sobre si, errado e tudo muda de figura. É importante ter a consciência de que o que se faz na cama só diz respeito aos intervenientes. É necessário desmistificar o papel do sexo. Em muitos situações as atividades de cariz sexual são consideradas sujas, impróprias. Muitas vezes, há práticas que são apenas associadas a profissionais do sexo como se fossem comportamentos menos próprios de pessoas &#8220;sérias&#8221; e de &#8220;respeito&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante anos o sexo era apenas considerado com fins procriadores. O prazer nem sempre fez parte deste &#8220;filme&#8221;. Para procriar, o sexo tem de contemplar penetração e ejaculação. Deste modo, o culto do coito vaginal foi mantido como único objetivo numa interação sexual. Hoje em dia, a visão sobre a sexualidade permite abranger muitos mais práticas e o desejo vai ganhando um papel preponderante. Nesta lógica, já não importa apenas chegar à penetração com ejaculação, e o foco dos participantes já pode cair mais sobre o que antigamente se chamava de &#8220;preliminares&#8221;. Hoje, o prato principal são todas as outras coisas que antes serviam apenas para &#8220;aquecer os motores&#8221; e que hoje são o verdadeiro combustível de uma interação sexual de qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Descobrir o que dá prazer a cada um, experimentar situações mais ousadas é o desafio que se coloca. Ter coragem de assumir que se quer experimentar uma &#8220;coisa&#8221; nova pode ser fundamental para dar novo rumo a uma relação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta perspetiva está relacionada com a própria afirmação pessoal. Sem medos ou receios de julgamentos exteriores há que abrir os horizontes da sua sexualidade e testar a sua libido. Há sempre a hipótese de não se gostar da experiência, mas nesse caso nada mais simples do que não voltar a repetir. Tal como se diz as crianças quando estão perante um novo prato: &#8220;Como podes saber se não gostas se ainda não experimentaste?&#8221;. E se a descoberta levar a novos &#8220;gostos&#8221;, porque não assumir essa posição. Ser consciente da própria sexualidade é um longo caminho que também implica entender que crenças e falsas certezas existem em cada um. O inconsciente coletivo deixa marcas em todos nós, e até mesmo quando a postura perante o sexo é bastante aberta ou permissiva há sempre questões enraizadas que podem bloquear ou simplesmente não permitem usufruir do sexo de forma plena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Explore, descubra e usufrua! A sexualidade é também uma forma de afirmação pessoal e que permitem recuperar a autoestima e a valorização pessoal. Não tenha receio de se afirmar como é e do que gosta muitas vezes quem critica é quem menos se sente realizado com a sua própria vida sexual.</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/microplasticos-nos-alimentos-o-flagelo-da-atualidade/">Microplásticos nos alimentos: o flagelo da atualidade</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>E se não tivesse vergonha de verbalizar o prazer que sente?</title>

		<link>https://mood.sapo.pt/e-se-nao-tivesse-vergonha-de-verbalizar-o-prazer-que-sente/</link>

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		<pubDate>Thu, 19 May 2016 09:07:59 +0000</pubDate>

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		Cristina Mira Santos
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        <dc:publisher>Cristina Mira Santos</dc:publisher>

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      	<dc:modified>Thu, 19 May 2016 09:07:59 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Ter a capacidade de manifestar de forma vocal o que se sente é um privilegio ainda pouco usado quando se trata de sexo.  Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/05/blonde-873773_1920.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/microplasticos-nos-alimentos-o-flagelo-da-atualidade/">Microplásticos nos alimentos: o flagelo da atualidade</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Ter a capacidade de manifestar de forma vocal o que se sente é um privilegio ainda pouco usado quando se trata de sexo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde sempre se associaram os gritos e gemidos a quem é &#8220;sem vergonha,&#8221; mas neste caso não ter vergonha assume um papel negativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem nunca ouviu a história de alguém que tem uma vizinha &#8220;profundamente maluca&#8221;? Curiosamente, é raro ouvir falar das manifestações de um vizinho! Por um lado, porque os homens têm menos tendência para se manifestar e, por outro, para a maioria, não teria o mesmo interesse comentar os gritos de um homem. Com medo destes e de outros comentários, regra geral, há um grande cuidado em não deixar que os outros percebam o que se passa. &#8220;O que vão pensar os vizinhos?&#8221;, &#8220;Como vou encara-los no elevador?&#8221;. Pois os vizinhos vão pensar o mesmo que você pensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E no que pensa você quando ouve alguém a ter relações sexuais e a vocalizar o que está a sentir? Analise os seus pensamentos e perceba qual a sua relação com a vocalização de sensações eróticas e sexuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É claro que não estou a defender o que fazem alguns vizinhos depois das 23h da noite. Bem sei que o desejo sexual não tem hora, mas o respeito pelos vizinhos não pode ser esquecido! Por muito estimulante e libertador que seja vocalizar o prazer, vivemos em sociedade e da mesma maneira que não podemos nem devemos fazer barulho depois das 23h também há que respeitar a regra e ser mais comedido em determinadas alturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De igual modo a privacidade de um casal pode ter algumas limitações quando tem outras pessoas a morar em casa. Não é agradável acordar os filhos. Seria uma chatice ter de voltar a adormece-los. Sim, leu bem! Só porque os teria de voltar a adormecer. Os filhos devem saber que os pais têm relações sexuais. Conforme a idade da criança, assim se deve explicar de forma diferente o que é o sexo e o papel que tem no relacionamento dos pais. Não é bom que as crianças crescem a acreditar que os pais são assexuados. Já pensou nos seus próprios pais a tentem relações sexuais? Qual a sensação que lhe causa? E porque será que para a maioria isso lhe causa repulsa? Será o sexo uma coisa da qual devemos ter vergonha? Uma coisa suja? Aproveite mais uma vez para descobrir a verdadeira relação que tem com a sexualidade.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>Mas no que diz respeito às manifestações vocais, quando os filhos estão em casa, também há que ter em atenção a capacidade de a criança entender que o que ouve não é sinônimo de violência. E isso sim é uma preocupação legítima. Nem sempre as crianças entendem o que se passa e podem ficar aflitas. Por estas e outras razões, os momentos de intimidade do casal devem ser potenciados e preparados anulando o possível efeito de se saber que há gente em casa. Atenção porque, por vezes, a adrenalina também pode subir por se saber que mesmo em casa se está numa situação de ter de fazer sexo &#8220;às escondidas&#8221;. Mas tudo tem um limite&#8230;o que pode criar adrenalina por vezes pode matar o desejo, se for sempre!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltando à importância da verbalização do prazer, é oportuno lembrar o papel erótico e de ativação do desejo que podem ter os gemidos ou gritos de prazer. Os filmes pornográficos e até os eróticos fazem uso desse recurso. No nosso inconsciente coletivo, essa associação é sempre feita. Ouvir este tipo de sons ativa as fantasias e aumenta o desejo. Quando são emitidos sons potencializa-se o prazer do parceiro, o prazer próprio não passa impune.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falta ainda analisar o papel da verbalização nas representações do prazer fictício. Por vezes, o facto de se verbalizar muito é interpretado como um fingimento. Este facto foi ao longo dos tempos denegrindo a importância real que a verbalização do desejo pode ter na entrega e intensidade de envolvimento sexual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suma, gritando ou não gritando, gemendo ou em &#8220;estado mudo&#8221;, o importante é ter e dar prazer. Cada um saberá do que mais gosta, mas não deixe de experimentar uma coisa só porque tem vergonha. Respeite a sua intimidade e a dos outros e viva a sua sexualidade.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/o-poder-do-olfato-na-promocao-da-saude/">O poder do olfato na promoção da saúde</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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	<item>

		<title>E quando ‘não saber receber’ influencia o sexo</title>

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		<pubDate>Fri, 06 May 2016 08:22:56 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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        <dc:publisher>Cristina Mira Santos</dc:publisher>

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      	<dc:modified>Fri, 06 May 2016 08:22:56 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



				<category><![CDATA[ESPECIALISTAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Cristina Mira Santos - Sexologia]]></category>



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		<description><![CDATA[Prepare-se para receber....]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Se a autoestima e o amor próprio estiverem pelas ruas da amargura, é muito provável que quando algo de bom chega a tendência seja desconfiar. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/05/10.jpeg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/astrologia-e-as-criancas-sol-em-aquario/">Astrologia e as crianças: Sol em Aquário</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Hoje, ao falarmos da dica número 4, temos obrigatoriamente de falar da noção de merecimento. Para receber seja o que for, temos de nos considerar merecedores. Mesmo quando recebemos coisas menos boas só teremos a capacidade de aceitar se nos considerarmos dignos do que nos dão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se a autoestima e o amor próprio estiverem pelas ruas da amargura, é muito provável que quando algo de bom chega a tendência seja desconfiar. E já diz o ditado &#8220;Quando a esmola é grande, o pobre desconfia!&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quantas vezes recebemos um presente e dizemos &#8220;Não era preciso! Não precisavas de te estar a incomodar&#8221;. Há até pessoas que não querem receber e respondem: &#8220;Fica tu com isso pois vais fazer-te mais falta a ti do que a mim!&#8221; Este é um dos cúmulos, mas sabemos que acontece.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se, por outro lado olharmos, para presentes negativos, como insultos ou situações dolorosas, percebemos que os recebemos e no limite questionamos: &#8220;Que mal fiz eu a Deus para receber isto?&#8221;. Nem questionamos se o que estamos a receber é justo ou não e passamos a focar a nossa atenção na descoberta do que teríamos feito para ter aquela consequência. Algumas pessoas até dizem &#8220;Devo ter sido muito mau noutra vida para merecer isto agora!&#8221; Recebemos o que chega e apenas nos questionamos sobre qual terá sido o nosso &#8220;pecado&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noutras situações, há pessoas que até chegam a pensar &#8220;Ainda bem que aconteceu comigo pois se fosse com fulano talvez ele não aguentasse! Mas eu aguento.&#8221;  A nossa capacidade de suportar o negativo é quase ilimitada. Já diz o ditado &#8220;Deus dá a carga conforme a capacidade de quem a carrega&#8221;, ou seja, se aguentamos muito sofrimento continuamos a receber mais ainda.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>E, no que toca às emoções e situações positivas, o panorama muda um pouco de figura. Quem está num registo de sofrimento e num papel de vítima, tem tendência a não saber receber o que de bom chega à sua vida. Viver situações agradáveis é sair da sua zona de conforto e, assim sendo, a pessoa sente-se insegura e por vezes desconfiada. Em termos de relacionamentos, um gesto de carinho vem acompanhado de &#8220;O que me irás pedir a seguir?!&#8221; E neste registo é mais complicado ser genuíno e usufruir do que nos estão a dar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes esta crença errada já vem dos tempos de criança em que por algum processo a criança na sua ânsia da aprovação parental assumiu que não é reconhecida e que isso se traduz no facto de não gostarem de si. Estas crenças podem formar-se nas situações mais inusitadas. Muitas vezes, os progenitores nem se apercebem da crença que a criança está a formar. De qualquer modo, esta crença pode vir a afetar toda a vida do indivíduo. Sentir que não tem valor, que não gostam dele, por mais que se esforce, não consegue agradar aos pais&#8230;e por aí adiante, são situações que vão afetar a noção de merecimento do indivíduo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na prática, a noção de merecimento está intimamente ligada à autoestima e ao nível de amor próprio. É óbvio que quando perguntamos a alguém se merece coisas boas a resposta é automática e positiva, mas, se formos analisar comportamentos e crenças internas, é provável que cheguemos a uma consciência de merecimento diferente.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>E no sexo que importância tem o dar e receber? De que modo a noção de merecimento pode influenciar a capacidade de sentir prazer? A relação é muito simples! Se para vivenciar um bom momento de sexo em que o indivíduo saia nutrido e satisfeito é necessário entregar-se ao momento, é necessário considerar-se merecedor do prazer máximo, é necessário permitir-se ao ser &#8220;servido&#8221; em vez de se focar só no &#8220;servir&#8221;, é necessário pensar em si e nas suas preferências/necessidades em vez de se focar só nas preferências e necessidades do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa primeira abordagem até pode parecer uma postura egoísta, mas para atingir o prazer é necessário usufruir do que temos à disposição e receber o que o outro nos oferece no momento. Isto não quer dizer que, neste processo, não possamos também dar prazer. Pelo contrário, o saber receber prazer e manifestar o que se está a sentir com a entrega do outro até tem o potencial de excitar ainda mais o parceiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem a preocupação deste jogo de quem dá e recebe, a consciência tem de estar, acima de tudo, em si próprio e nas reações do seu corpo e mente ao que está a acontecer. Trabalhe a sua noção de merecimento. Descubra os seus níveis de autoestima e a sua capacidade de receber. Se é daquelas pessoas que diz: &#8220;Eu gosto mais de dar do que receber!&#8221;, está na altura de refletir sobre essa preferência, em especial na cama. Também não se atreva a passar para a posição oposta em que só quer receber e não se satisfaz quando dá. O ideal é aprender o equilíbrio entre o dar e receber e ter tanto prazer numa postura como noutra, ou, melhor ainda, sentir que o dar e receber se cruzam de tal maneira que deixa de ser óbvio quando faz uma coisa e outra. Este aspeto está muitas vezes relacionado com as disfunções sexuais psicogénicas. Limpe dos seus registos as crenças erradas e limitadores que não lhe permitem usufruir do receber. E implante novos modos de sentir que o tornem a merecer do que melhor a vida tiver para si e, nesse caminho, não só o sexo será melhor como a sua vida passará por mudanças de paradigma que lhe vão trazer mais confiança e maior autoestima.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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	<item>

		<title>E quando a descoberta do seu corpo se transforma num laboratório do prazer…</title>

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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 08:56:24 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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        <dc:publisher>Cristina Mira Santos</dc:publisher>

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      	<dc:modified>Thu, 07 Apr 2016 08:56:24 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Não tenha medo, não sinta culpa, não é pecado, experimente o seu corpo e deixe-se impressionar pela capacidade que ele tem de lhe dar prazer.  Por Cristina Mira santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/04/don-t-look-back-1434985-1919x2713.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/brocolos-verdadeiros-aliados-para-uma-vida-saudavel/">Brócolos &#8211; verdadeiros aliados para uma vida saudável</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Hoje vamos explorar o caminho da autodescoberta e deste modo aprofundar a DICA 2 &#8211; &#8220;Conheça o seu corpo e o modo como reage às estimulações e sensações&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando se trata de saber quem somos e como somos, o que queremos ou gostamos, nada melhor do que sermos nós a fazer essa descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As crianças de forma genuína e despreocupada descobrem-se e constroem-se. Com o passar dos anos e todos os tabus e pressões a que estamos sujeitos, esta tendência natural para nos descobrirmos passa a ser um exercício quase condenável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Explorar o próprio corpo foi durante muitos anos um pecado e chegaram mesmo a constar em compêndios médicos as inúmeras consequências negativas que a masturbação tinha para a saúde. Felizmente, hoje, já estamos distantes dessa época, mas mesmo assim a descoberta do corpo em geral, e a masturbação em particular, ainda não são encaradas com a naturalidade necessária. Ainda há muitas pessoas que entendem estas práticas como sendo características de seres solitários que não tendo parceiro só lhes resta o auto prazer. Por outro lado, ainda há quem considere que estas práticas são prejudiciais pois demonstram que o(a) parceiro(a) já não tem desejo por si ou em situações extremas estes atos podem ser considerados formas de traição!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois bem estas são algumas das crenças limitadoras de uma sexualidade saudável. Não só devem ser afastadas estas ideias negativas face ao autoconhecimento, como devem ser potenciadas as suas práticas. Conhecer o seu corpo em termos anatómicos é indispensável. Não basta saber que se tem e ver desenhos e fotos na internet. É importante perceber através do toque as características próprias, as texturas, identificar as cores, cheiros e sabores característicos. E sim, também estou a referir-me aos órgãos genitais. Não só a estes mas também estes devem estar incluídos na exploração utilizando todos os sentidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sei que para muitas pessoas só a perspetiva de experimentar o sabor da sua lubrificação ou esperma é uma verdadeira prova de insanidade. Até consigo entender o porquê e a origem dessa repulsa, mas torna-se inconcebível quando quem se opõe a tal experiência, regra geral, gosta que lhe façam sexo oral. Ora aqui está uma grande incoerência! Se não serve para mim porque tem o(a) parceiro(a) de querer fazer e ainda por cima ter de gostar.</p>
</div><div class="arsegment">
<p>Conhecer-se é um desafio e simultaneamente uma grande prova de amor e autoestima. Não se ama o que não se conhece. Está então na altura de partir à descoberta. A maneira como o nosso corpo e mente reagem às estimulações varia praticamente de pessoa para pessoa e esta é mais uma boa razão para descobrirmos o que gostamos e de que forma nos dá mais prazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será sempre mais fácil ser a própria pessoa a tentar mapear as suas zonas exógenas, os pontos do corpo que mais reagem em forma de sensações agradáveis e de prazer. Perceber que zonas do corpo estão diretamente relacionadas com as reações nos genitais mesmo que estejam afastadas, descobrir o que diferentes pressões ou cadências de toque podem fazer pelo nosso prazer, encontrar a relação entre tipos de toques e gradações de intensidade de prazer. Em paralelo a autodescoberta permite fazer uma análise do tipo de pensamentos que ajudam ou bloqueiam o prazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ter consciência das características dos próprios genitais ao ponto de os tornarem únicos é uma das primeiras descobertas que muitos ainda estão por fazer. As formas, cores tamanhos de um pénis ou vagina variam tanto quanto os nossos rostos. Todos temos olhos, boca e nariz, mas não há dois rostos iguais, somente parecidos. Os órgãos genitais, em termos morfológicos até podem ser idênticos, mas tem características próprias que os tornam únicos. Atreva-se a descobrir-se e conhecer-se ao ponto de identificar a sua unicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deve ver-se mais vezes ao espelho com olhos de quem aprecia, mas não de quem critica, com olhos de quem descobre características excecionais, mas não de quem descobre defeitos. O amor próprio passa por aqui. Uma boa autoestima implica a aceitação do corpo e para nos aceitarmos temos de nos conhecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso das mulheres, identificar a sua genitália implica o uso de um espelho. Não se acanhe e utilize um pequeno espelho de mão e tente captar e descrever o que vê. Não se toque de raspão. Prolongue o toque e dê tempo ao seu corpo e mente para se habituarem ao toque em especial em áreas que normalmente não são tocadas por si. Da próxima vez que tiver relações já só tem de verbalizar o que quer, a localização, a intensidade e a cadência, pois nessa atura já vai saber do que gosta. De certo esta será também uma grande ajuda para o(a) parceiro(a) que pode não estar familiarizado com um órgão genital diferente do seu e ninguém nasce ensinado. Conseguir verbalizar o que se descobriu na fase de autoexploração pode ser um desafio mas que quando acontece no momento certo e sem exageros (há alturas em que deve haver mais ação e menos conversa), mas uma dica ou outra podem fazer maravilhas!!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não tenha medo, não sinta culpa, não é pecado, experimente o seu corpo e deixe-se impressionar pela capacidade que ele tem de lhe dar prazer.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
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		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/o-poder-do-olfato-na-promocao-da-saude/">O poder do olfato na promoção da saúde</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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	<item>

		<title>A vida sexual é sua… as decisões também</title>

		<link>https://mood.sapo.pt/a-vida-sexual-e-sua-as-decisoes-tambem/</link>

		<comments>https://mood.sapo.pt/a-vida-sexual-e-sua-as-decisoes-tambem/#comments</comments>

		<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 10:25:56 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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		        <media:title>&#169; Fornecido por Mood</media:title>
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        <dc:publisher>Cristina Mira Santos</dc:publisher>

      	<dc:created>Mon, 28 Mar 2016 10:25:56 +0000</dc:created>

      	<dc:modified>Mon, 28 Mar 2016 10:25:56 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



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		<sapo:body><![CDATA[<strong>Para sentir prazer numa atividade, é indispensável tê-la feito de livre vontade e não por obrigação.  Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/8.jpeg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/primavera-uma-explosao-de-cores/">Primavera, uma explosão de cores</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Iniciamos hoje um ciclo de artigos sobre as dez dicas principais para um sexo gourmet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA 1 – Faça apenas o que quer, quando quer, e com quem quer</strong></p>
<p>Uma sexualidade que seja nutridora é fonte de inspiração e sinonimo de qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para sentir prazer numa atividade, é indispensável tê-la feito de livre vontade e não por obrigação. Quem não passou já pela situação de ter uma imensa dificuldade em levantar-se de manha durante a semana, e ao fim de semana, só porque vai passear, acorda cedo e sem dificuldade nenhuma?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para sentir entusiasmo e motivação, ao fazer algo, é importante saber que quem está ao nosso lado partilha do mesmo interesse, naquele momento concreto. Quem não passou já pela situação de visitar um local magnífico e a sua companhia não parar de lhe perguntar quando a visita acaba?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para sentir entrega e rendição é aconselhável deixar fluir o que sente no momento, dando largas aos seus desejos sem que se sinta ao “serviço” de outrem. Quem não passou já pela situação de estar tão focado nos desejos e necessidade das outras pessoas que já nem reconhece os seus próprios gostos e preferências?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tomar as rédeas da sua própria vida é uma prioridade não só na vida sexual como na sua vida em geral. Para o bem e para o mal temos de chamar a nós a responsabilidade das nossas vidas. Muitas vezes entregamos aos outros as decisões, pois temos medo das consequências e sempre é mais fácil dizer que a culpa é dos outros caso alguma coisa corra menos bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nem sempre o hábito de não tomar decisões é um sinal de incapacidade. Muitas vezes, essa atitude demonstra que estamos num confortável papel de vítima. Neste contexto, vítima é sinónimo de submissão, de alguém que se demite do seu poder pessoal. Ser vítima protege-nos das consequências dos nossos atos, ser vítima liberta-nos da culpa das nossas decisões, ser vítima coloca-nos numa espécie de imunidade face à avaliação das nossas capacidades, pois assim não corremos o risco de nos dececionarmos connosco próprios. Em suma, o papel de vítima transporta-nos para um local confortável em que não temos de nos confrontar connosco e com o que somos, apenas reagimos ou respondemos àquilo que os outros querem ou decidiram para e por nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saber o que se quer é um desafio bem mais complexo e que está na origem das nossas decisões. Antes de mais preciso saber: O que me move? O que me faz feliz? O que me faz vibrar? Há quanto tempo não se questiona sobre estas coisas? Se na sua vida sexual incluir as respostas a estas perguntas terá então meio caminho andado para um sexo gormet.</p>
</div><div class="arsegment">
<p><strong>Parece complicado? Vou tentar explicar melhor…</strong></p>
<p>Se a “Arte” é um aspeto da vida que ressoa com o seu ser, pode incluir manifestações artísticas nos seus momentos mais íntimos: imagine utilizarem os vossos corpos numa grande tela para desenharem um hino ao prazer…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o “Mar” representa para si a paz, o fascínio e a tranquilidade que precisa, faça deste o cenário do seu próximo encontro intimo, seja apenas como paisagem ou como elemento interveniente, se optarem for fazer amor dentro de água…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se “Viajar” é o seu prazer mais próximo de um estado de excitação geral, não perca a coragem e parta à aventura, mas não se esqueça que viajar pode ser para a China ou para a povoação do lado. Tudo são viagens. Descubra o que uma viagem traz de entusiasmante para a sua vida e garanto-lhe que raramente é a distância que mais conta. Atreva-se a descobrir o que viajar tem de excitante e aplique isso numa situação tão improvável como ser turista na sua própria terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se uma refeição requintada lhe enche as medidas, porque não incluir uma cena de sexo durante essa refeição? Caso seja demasiado indiscreto pode sempre encomendar a refeição e jantar em casa ou um motel requintado…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fazer o que se quer está diretamente relacionado com o que nos faz vibrar e automaticamente com aquilo que desperta a nossa consciência erótica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Passar a decidir quando quer ter sexo, escolher os cenários ideias para cada momento, selecionar a ou as pessoas com quem se quer envolver, ou apenas o papel a desempenhar pelos intervenientes, são apenas algumas das decisões que deve começar a tomar hoje mesmo! Decidir é um desafio que ativa o erotismo e potencia o prazer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não faça sexo só porque sim. Não se limite a seguir uma rotina. Não se entregue apenas aos desejos e interesses do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça-se a si mesmo e ouse ser quem descobriu ser, sem sentir culpa nem vergonha!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Viver uma sexualidade plena e consciente contribui para uma inegável qualidade de vida de qualquer modo, e antes de mais temos de estar física e psicologicamente saudáveis. Consultar com regularidade as especialidades de ginecologia e urologia é indispensável para que sejam feitos os despistes de anomalias físicas. Se alguma situação lhe causa desconforto ou transtorna no normal funcionamento da sua vida, deve consultar um especialista. Caso já tenham sido descartadas as origens físicas, pode passar-se para uma abordagem do foro psicológico. A Terapia de Consciência Erótica permite descobrir e treinar técnicas e instrumentos que visam aumentar a satisfação sexual mas é importante estar atento e acompanhar a sua saúde física e mental pois será um dos garantes para o sucesso das inovações desta terapia.</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/shirodhara-uma-das-mais-relaxantes-terapias-da-ayurveda/">Shirodhara: uma das mais relaxantes terapias da Ayurveda</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>O melhor sexo do mundo é gourmet…</title>

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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 09:15:49 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Cristina Mira Santos]]></dc:creator>

		Cristina Mira Santos
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      	<dc:creator>Cristina Mira Santos</dc:creator>

        		
		

	        



				<category><![CDATA[ESPECIALISTAS]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Qual é o mal das rapidinhas? É uma das perguntas mais frequentes de quem lê a apologia do sexo gourmet, no livro “O melhor sexo do mundo”. Pois bem, sexo é sempre sexo. Seja rápido ou requintado, será sempre apreciado. Por Cristina Mira Santos.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/9.jpeg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Qual é o mal das rapidinhas? É uma das perguntas mais frequentes de quem lê a apologia do sexo gourmet, no livro “O melhor sexo do mundo”. Pois bem, sexo é sempre sexo. Seja rápido ou requintado, será sempre apreciado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O facto de gostarmos de, por vezes, nos entregarmos a uma refeição de excelência não é sinónimo de não gostarmos de uma boa tosta mista, simples, feita no momento, ou será que estou enganada?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem sei que há gostos para tudo e que cada um tem as suas preferências, mas também sei que quando sentimos fome, à séria, passamos a ser menos exigentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E o que distingue um hambúrguer de segunda de um hambúrguer gourmet? São os pormenores! São os pequenos detalhes que de tão importantes, e todos juntos, fazem a real diferença. Falamos do tipo de pão, da qualidade da carne, dos acompanhamentos, dos molhos, da apresentação, do cheiro, enfim&#8230; No final, a diferença não engana!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois bem, no sexo passa-se rigorosamente a mesma coisa. Quando todos os sentidos se envolvem no momento, a qualidade do resultado final é decerto diferente. Atrever-me-ia a dizer: melhor, mas já nem vou por aí! Ambos os tipos de sexo podem nutrir-nos, alimentar-nos, tal como os dois tipos de hambúrgueres, mas um deles pela sua excelência tem maior probabilidade de nos &#8220;encher as medidas&#8221;! E vamos lá ser sinceros: quem não gosta da apresentação do prato? E da envolvência do restaurante? Pois, quando se trata de sexo, coloca-se a mesma situação. Tudo conta. Na certeza porém de que nem sempre é fácil apreciar apenas refeições gourmet, e não é só por uma questão de &#8220;carteira&#8221;, é importante provar um pouco de tudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de passar ao que interessa, é importante que fique claro que, gourmet ou não, o que importa é o respeito por nós e a rendição ao aqui e agora. Então vamos lá tentar chegar a descrição do que é necessário para que o sexo seja gourmet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia na próxima página as 10 dicas para o sexo gourmet</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div><div class="arsegment">
<p><strong>As 10 dicas para o sexo gourmet</strong></p>
<p>1 &#8211; Faça apenas o que quer, quando quer e com quem quer;</p>
<p>2 &#8211; Conheça o seu corpo e o modo com reage às sensações;</p>
<p>3 &#8211; Cuide dos pormenores que podem ser, para si, factores de insegurança;</p>
<p>4 &#8211; Prepare-se para receber;</p>
<p>5 &#8211; Sintonize-se com a vibração de quem escolheu para partilhar o momento;</p>
<p>6 &#8211; Não tenha vergonha de verbalizar o que está a sentir;</p>
<p>7 &#8211; Tenha a coragem de fazer o que quer;</p>
<p>8 &#8211; Liberte-se de pressões sociais e crenças erradas;</p>
<p>9 &#8211; Desfrute do caminho para saborear o destino;</p>
<p>10 – Ame e deixe-se amar sem sentir culpa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora que já sabe quais são os segredos do sexo gourmet, não perca, quinzenalmente, a reflexão sobre cada um destes pontos. Enquanto chegam e não chegam as novidades, vá pensando nas dúvidas que cada um destes pontos lhe suscita e partilhe-as comigo por email, pois assim as probabilidades de ver esclarecidas as suas questões aumenta bastante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nutra a sua alma, alimente o seu corpo, e ame…mas ame muito, pois fortalece o seu espirito!</p>
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	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Cristina Mira Santos"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/03/dgd.jpg" width="125" height="140" alt="Cristina Mira Santos" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Cristina Mira Santos</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Psicóloga e Coacher Sexual.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/primavera-uma-explosao-de-cores/">Primavera, uma explosão de cores</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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