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	<title>Mood Magazine &#187; Catarina Monteiro &#8211; Sustentabilidade</title>

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	<description>A Mood é uma webmagazine diária que publica informação nacional e internacional sobre bem-estar, lazer, comportamento, carreira, família, moda, beleza, etc.</description>

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		<title>Microplásticos nos alimentos: o flagelo da atualidade</title>

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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 12:00:26 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Catarina Monteiro]]></dc:creator>

		Catarina Monteiro
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        <dc:publisher>Catarina Monteiro</dc:publisher>

      	<dc:created>Thu, 14 Mar 2019 12:00:26 +0000</dc:created>

      	<dc:modified>Thu, 14 Mar 2019 12:00:26 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Catarina Monteiro</dc:creator>

        		
		

	        



				<category><![CDATA[ESPECIALISTAS]]></category>
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		<category><![CDATA[Catarina Monteiro - Sustentabilidade]]></category>



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		<description><![CDATA[Nos oceanos, a cada dia que passa, formam-se mais e maiores ilhas de plástico.  Só em Portugal são gastos, em média, 370 milhões de toneladas de plástico por ano. O impacto sobre a saúde humana constitui ainda um desafio para a investigação. No entanto, indícios sugerem que o material plástico pode penetrar nos capilares dos órgãos, interagir com o sistema imunitário, causar stress oxidativo e alterações no ADN.]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Nos oceanos, a cada dia que passa, formam-se mais e maiores ilhas de plástico.  Só em Portugal são gastos, em média, 370 milhões de toneladas de plástico por ano. O impacto sobre a saúde humana constitui ainda um desafio para a investigação. No entanto, indícios sugerem que o material plástico pode penetrar nos capilares dos órgãos, interagir com o sistema imunitário, causar stress oxidativo e alterações no ADN. Por Catarina Monteiro.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/03/sushi-2853382_960_720.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/shirodhara-uma-das-mais-relaxantes-terapias-da-ayurveda/">Shirodhara: uma das mais relaxantes terapias da Ayurveda</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Nos oceanos, a cada dia que passa, formam-se mais e maiores ilhas de plástico. Estará a nossa alimentação comprometida com a presença deste material? Lamentavelmente a resposta a esta questão é afirmativa. Sim, existem microplásticos nos alimentos que consumimos de origem marinha. E apresentará esta contaminação uma ameaça à nossa saúde?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente o termo plástico não é desconhecido para ninguém. Sem dúvida, possui uma forte expressão na vida quotidiana de todos nós desde há muito tempo. Aliás, se pararmos para refletir um pouco sobre o assunto, chegaremos à conclusão de que o plástico está envolvido em quase tudo. É um verdadeiro flagelo mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podem ser encontrados na maioria dos produtos de casa de banho. Em variadíssimos artigos de cozinha, em roupas, pneus de carros, brinquedos, etc. Será inevitável afirmar que estão por toda a parte e em elevados números de utilização diária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/plasticos-a-poluicao-que-geram-no-mundo-segundo-a-onu/">METADE DOS PLÁSTICOS SÃO USADOS UMA ÚNICA VEZ: A POLUIÇÃO QUE GERAM NO MUNDO SEGUNDO A ONU</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consumo de plástico em Portugal</strong></p>
<p>Em Portugal são gastos, em média, 370 milhões de toneladas de plástico por ano. Valor muito acima da restante média europeia, com 58 milhões de toneladas. Preocupante, não? Veja abaixo mais alguns dados que fazem pensar.</p>
<p>Em Portugal, são consumidos por ano uma média de:</p>
<p>&#8211; 259 milhões de copos de café descartáveis;</p>
<p>&#8211; 721 milhões de garrafas de plástico descartáveis;</p>
<p>&#8211; 1000 milhões de palhinhas;</p>
<p>&#8211; 466 sacos de plástico por cada português.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que são microplásticos?</strong></p>
<p>Todos os anos, uma parte muito significativa dos plásticos da indústria e dos consumidores são libertados no meio-ambiente. E estima-se que cerca de 10% desses polímeros produzidos terminem nos oceanos e mares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os microplásticos são pequenas partículas de plástico com menos de 5 mm de diâmetro. Podem ter origem em pequenos plásticos provenientes de resíduos industriais do setor vestuário (fibras sintéticas) e cosmético (exfoliantes e pasta dentífricas). Ou, por outro lado, podem ter origem na fragmentação de plásticos de maiores dimensões (macroplásticos) que existem à deriva nos mares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/vamos-as-compras-e-reduzir-o-consumo-de-plastico/">VAMOS ÀS COMPRAS? DICAS PARA REDUZIR O CONSUMO DE PLÁSTICO</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os microplásticos são uma verdadeira preocupação emergente no ambiente marinho. Devido ao seu tamanho reduzido, podem ser ingeridos por qualquer organismo aquático, inclusive ostras. As experiências demonstram que os microplásticos são nocivos para as criaturas marinhas, bem como para tartarugas e aves que se alimentam do pescado contaminado. Estas micropartículas acumulam-se e bloqueiam o aparelho digestivo, diminuindo a vontade de comer. Como consequência impedem o crescimento e capacidade reprodutiva das espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o NOAA (National Oceanographic and Atmospheric Administration), os detritos de plástico são responsáveis pela morte de cerca de 100 mil mamíferos marinhos por ano. Assim como de milhões de aves, tartarugas e peixes.</p>
</div><div class="arsegment">
<p><strong>Impacto na alimentação e na saúde</strong></p>
<p>Uma vez que algumas destas espécies marinhas fazem parte da cadeia alimentar do Homem, também a nossa alimentação está a ser invadida por micropartículas contaminantes. É inevitável o consumo destes materiais? Sim, é impossível rastrear e evitar o seu consumo, visto que estes materiais não são identificáveis a olho nu em organismos marinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É difícil determinar se os microplásticos nos afetam como consumidores individuais de alimentos de origem marinha, uma vez que existem variadas formas de exposição a este material. Eles existem nas águas que consumimos, em sumos, sal, comida, etc. São inúmeras as fontes de exposição a estes polímeros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudo dos impactes exercidos pelos microplásticos marinhos sobre a saúde humana constitui ainda um desafio para a investigação. No entanto, indícios sugerem que o material plástico pode penetrar nos capilares dos órgãos, interagir com o sistema imunitário, causar stress oxidativo e alterações no ADN.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/das-palhinhas-de-vidro-ao-bioplastico-a-sustentabilidade-conquista-o-mundo-das-promocoes/">DAS PALHINHAS DE VIDRO AO BIOPLÁSTICO: A SUSTENTABILIDADE CONQUISTA O MUNDO DAS PROMOÇÕES</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suma, o plástico apresenta inúmeros problemas críticos. Em termos ambientais, provoca gasto de grande quantidade de petróleo para a sua produção, e ainda possui grande dificuldade para se degradar de forma natural. Por outro lado, a adição de várias substâncias tóxicas para o seu fabrico, como o bisfenol-A e ftalatos, têm consequências graves para a saúde pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por mais que esta realidade possa parecer inalterável, devidos às proporções que tomou, não perca a esperança. Lentamente as mudanças de mentalidade e comportamento estão a ocorrer. E, felizmente, Portugal já declarou guerra aos plásticos. Contribua para mitigar esta problemática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Catarina Monteiro"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/02/IMG_20190226_091105_716-002.jpg" width="125" height="140" alt="Catarina Monteiro" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Catarina Monteiro</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Licenciada em Biotecnologia. Escreve quinzenalmente à quinta-feira sobre biotecnologia e sustentabilidade.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/sopa-um-alimento-funcional-e-desintoxicante/">Sopa: um alimento funcional e desintoxicante</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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	</item>

	
	<item>

		<title>Como contribuir para reduzir o desperdício alimentar</title>

		<link>https://mood.sapo.pt/como-contribuir-para-reduzir-o-desperdicio-alimentar/</link>

		<comments>https://mood.sapo.pt/como-contribuir-para-reduzir-o-desperdicio-alimentar/#comments</comments>

		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 12:04:36 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Catarina Monteiro]]></dc:creator>

		Catarina Monteiro-->565253
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				        <media:credit>&#169; Fornecido por Mood</media:credit>
				        <media:title><![CDATA[<strong>A FAO tem como objetivo até 2030 reduzir para metade o desperdício alimentar per capita a nível mundial, do retalho e consumidor. Desta forma, comunicou algumas recomendações que podem ajudar-nos a participar desta boa causa em nossas casas. Ajudar está ao nosso alcance. Veja oito dicas práticas para reduzir o desperdício de alimentos em sua casa.</strong><br><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p><p>Com a população mundial a aumentar, o desperdício tornou-se numa prática bastante arriscada. Comprar mais do que o necessário, deixar as frutas e os legumes estragar no frigorifico, ou mesmo pedir porções de comida em excesso sinalizam um grande desperdício alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, infelizmente, isto não se resume apenas à perda dos alimentos em si.  Estas perdas de comida representam desperdício de mão-de-obra, de água, energia, terras e muitos outros recursos necessários para a produção e transporte destes alimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São recursos naturais gastos em prol do desaproveitamento alimentar. E o mais impressionante é que, segundo estudo publicado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), se conseguíssemos reduzir um quarto da quantidade de alimentos desperdiçada atualmente poderíamos acabar com toda a fome no mundo; ou se conseguíssemos reduzir para metade da quantidade de alimentos desperdiçada poderíamos disponibilizar comida suficiente para alimentar mais mil milhões de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://mood.sapo.pt/iniciativa-ensina-a-interpretar-as-diferentes-datas-de-validade-dos-alimentos-2/">INICIATIVA ENSINA A INTERPRETAR AS DIFERENTES DATAS DE VALIDADE DOS ALIMENTOS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Origem do desperdício alimentar</strong></p>
<p>As perdas de alimentos possuem origens distintas, dependendo das regiões no planeta. Nos países em desenvolvimento, o desperdício alimentar representa 40 % das perdas pós-colheita, armazenamento e processamento dos alimentos. Já nos países desenvolvidos, 40% do desperdício tem origem no retalho e consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro será dizer que as perdas de comida ocorrem por todo mundo e de diversas formas. E, portanto, os restaurantes, hotéis e catering são bons exemplos disso. Nestes locais, 80% dos alimentos rejeitados são atribuídos a grandes eventos. Os buffets, embora mais atrativos economicamente, são completamente ineficientes e desproporcionais no que diz respeito à quantidade de alimentos confecionada e consumida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/saiba-como-deve-guardar-as-sobras-das-refeicoes/">A FORMA CORRETA DE GUARDAR AS SOBRAS DAS REFEIÇÕES</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desperdício zero</strong></p>
<p>«Não podemos simplesmente permitir que um terço de todos os alimentos que produzimos seja perdido ou desperdiçado, devido a práticas inadequadas, quando 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias», afirma o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta perspetiva, a comida é muito mais do que uma história ou caso particular. Atualmente, as escolhas que fazemos em relação ao consumo de alimentos já se traduzem em fortes consequências para o nosso planeta. Para além de afetarem de forma direta ou indireta o clima, e uso de recursos como água e a terra, comprometem a capacidade de as pessoas se alimentarem e viverem com dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, é tão importante adquirirmos, todos, consciência e recursos que melhor contribuam para ajudar a preservar, cada vez mais, a Terra. Mitigar o uso dos recursos naturais e o impacto ambiental inerente à produção de alimentos é fundamental para o bem-estar de todos, inclusive das gerações futuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A FAO tem como objetivo até 2030 reduzir para metade o desperdício alimentar per capita a nível mundial, do retalho e consumidor. Desta forma, comunicou algumas recomendações que podem ajudar-nos a participar desta boa causa em nossas casas. Ajudar está ao nosso alcance. Veja oito dicas práticas para reduzir o desperdício de alimentos em sua casa na galeria acima.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Catarina Monteiro"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/02/IMG_20190226_091105_716-002.jpg" width="125" height="140" alt="Catarina Monteiro" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Catarina Monteiro</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Licenciada em Biotecnologia. Escreve quinzenalmente à quinta-feira sobre biotecnologia e sustentabilidade.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/astrologia-e-as-criancas-sol-em-aquario/">Astrologia e as crianças: Sol em Aquário</a> </strong> </p>]]></media:title>
				        <media:text><![CDATA[<strong>A FAO tem como objetivo até 2030 reduzir para metade o desperdício alimentar per capita a nível mundial, do retalho e consumidor. Desta forma, comunicou algumas recomendações que podem ajudar-nos a participar desta boa causa em nossas casas. Ajudar está ao nosso alcance. Veja oito dicas práticas para reduzir o desperdício de alimentos em sua casa.</strong><br><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p><p>Com a população mundial a aumentar, o desperdício tornou-se numa prática bastante arriscada. Comprar mais do que o necessário, deixar as frutas e os legumes estragar no frigorifico, ou mesmo pedir porções de comida em excesso sinalizam um grande desperdício alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, infelizmente, isto não se resume apenas à perda dos alimentos em si.  Estas perdas de comida representam desperdício de mão-de-obra, de água, energia, terras e muitos outros recursos necessários para a produção e transporte destes alimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São recursos naturais gastos em prol do desaproveitamento alimentar. E o mais impressionante é que, segundo estudo publicado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), se conseguíssemos reduzir um quarto da quantidade de alimentos desperdiçada atualmente poderíamos acabar com toda a fome no mundo; ou se conseguíssemos reduzir para metade da quantidade de alimentos desperdiçada poderíamos disponibilizar comida suficiente para alimentar mais mil milhões de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://mood.sapo.pt/iniciativa-ensina-a-interpretar-as-diferentes-datas-de-validade-dos-alimentos-2/">INICIATIVA ENSINA A INTERPRETAR AS DIFERENTES DATAS DE VALIDADE DOS ALIMENTOS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Origem do desperdício alimentar</strong></p>
<p>As perdas de alimentos possuem origens distintas, dependendo das regiões no planeta. Nos países em desenvolvimento, o desperdício alimentar representa 40 % das perdas pós-colheita, armazenamento e processamento dos alimentos. Já nos países desenvolvidos, 40% do desperdício tem origem no retalho e consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro será dizer que as perdas de comida ocorrem por todo mundo e de diversas formas. E, portanto, os restaurantes, hotéis e catering são bons exemplos disso. Nestes locais, 80% dos alimentos rejeitados são atribuídos a grandes eventos. Os buffets, embora mais atrativos economicamente, são completamente ineficientes e desproporcionais no que diz respeito à quantidade de alimentos confecionada e consumida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/saiba-como-deve-guardar-as-sobras-das-refeicoes/">A FORMA CORRETA DE GUARDAR AS SOBRAS DAS REFEIÇÕES</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desperdício zero</strong></p>
<p>«Não podemos simplesmente permitir que um terço de todos os alimentos que produzimos seja perdido ou desperdiçado, devido a práticas inadequadas, quando 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias», afirma o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta perspetiva, a comida é muito mais do que uma história ou caso particular. Atualmente, as escolhas que fazemos em relação ao consumo de alimentos já se traduzem em fortes consequências para o nosso planeta. Para além de afetarem de forma direta ou indireta o clima, e uso de recursos como água e a terra, comprometem a capacidade de as pessoas se alimentarem e viverem com dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, é tão importante adquirirmos, todos, consciência e recursos que melhor contribuam para ajudar a preservar, cada vez mais, a Terra. Mitigar o uso dos recursos naturais e o impacto ambiental inerente à produção de alimentos é fundamental para o bem-estar de todos, inclusive das gerações futuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A FAO tem como objetivo até 2030 reduzir para metade o desperdício alimentar per capita a nível mundial, do retalho e consumidor. Desta forma, comunicou algumas recomendações que podem ajudar-nos a participar desta boa causa em nossas casas. Ajudar está ao nosso alcance. Veja oito dicas práticas para reduzir o desperdício de alimentos em sua casa na galeria acima.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Catarina Monteiro"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/02/IMG_20190226_091105_716-002.jpg" width="125" height="140" alt="Catarina Monteiro" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Catarina Monteiro</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Licenciada em Biotecnologia. Escreve quinzenalmente à quinta-feira sobre biotecnologia e sustentabilidade.</p>
                    
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	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/astrologia-e-as-criancas-sol-em-aquario/">Astrologia e as crianças: Sol em Aquário</a> </strong> </p>]]></media:text>
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				sapo:description="Mood" sapo:credits="Mood" />Como contribuir para reduzir o desperdício alimentarMais de 800 milhões de pessoas sofrem com carência alimentar e, por outro lado, um terço dos alimentos produzidos no mundo para consumo humano é desperdiçado. Estima-se que cada português desperdice, em média, um milhão de toneladas de comida por ano. Números altos? Sem dúvida. De seguida, dou-lhe cinco dicas para reduzir o desperdício alimentar em sua casa. Por Catarina Monteiro. <sapo:gallery type="photos">
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        <dc:publisher>Catarina Monteiro</dc:publisher>

      	<dc:created>Thu, 28 Feb 2019 12:04:36 +0000</dc:created>

      	<dc:modified>Thu, 28 Feb 2019 12:04:36 +0000</dc:modified>

      	<dc:creator>Catarina Monteiro</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[Mais de 800 milhões de pessoas sofrem com carência alimentar e, por outro lado, um terço dos alimentos produzidos no mundo para consumo humano é desperdiçado. Estima-se que cada português desperdice, em média, um milhão de toneladas de comida por ano. Números altos? Sem dúvida. De seguida, dou-lhe cinco dicas para reduzir o desperdício alimentar em sua casa.]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Mais de 800 milhões de pessoas sofrem com carência alimentar e, por outro lado, um terço dos alimentos produzidos no mundo para consumo humano é desperdiçado. Estima-se que cada português desperdice, em média, um milhão de toneladas de comida por ano. Números altos? Sem dúvida. De seguida, dou-lhe cinco dicas para reduzir o desperdício alimentar em sua casa. Por Catarina Monteiro.</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2029/02/02.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/como-decorar-uma-unidade-de-alojamento-local/">Como decorar uma unidade de alojamento local</a> </strong> </p><p>Com a população mundial a aumentar, o desperdício tornou-se numa prática bastante arriscada. Comprar mais do que o necessário, deixar as frutas e os legumes estragar no frigorifico, ou mesmo pedir porções de comida em excesso sinalizam um grande desperdício alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas, infelizmente, isto não se resume apenas à perda dos alimentos em si.  Estas perdas de comida representam desperdício de mão-de-obra, de água, energia, terras e muitos outros recursos necessários para a produção e transporte destes alimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São recursos naturais gastos em prol do desaproveitamento alimentar. E o mais impressionante é que, segundo estudo publicado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), se conseguíssemos reduzir um quarto da quantidade de alimentos desperdiçada atualmente poderíamos acabar com toda a fome no mundo; ou se conseguíssemos reduzir para metade da quantidade de alimentos desperdiçada poderíamos disponibilizar comida suficiente para alimentar mais mil milhões de pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a href="https://mood.sapo.pt/iniciativa-ensina-a-interpretar-as-diferentes-datas-de-validade-dos-alimentos-2/">INICIATIVA ENSINA A INTERPRETAR AS DIFERENTES DATAS DE VALIDADE DOS ALIMENTOS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Origem do desperdício alimentar</strong></p>
<p>As perdas de alimentos possuem origens distintas, dependendo das regiões no planeta. Nos países em desenvolvimento, o desperdício alimentar representa 40 % das perdas pós-colheita, armazenamento e processamento dos alimentos. Já nos países desenvolvidos, 40% do desperdício tem origem no retalho e consumidor final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro será dizer que as perdas de comida ocorrem por todo mundo e de diversas formas. E, portanto, os restaurantes, hotéis e catering são bons exemplos disso. Nestes locais, 80% dos alimentos rejeitados são atribuídos a grandes eventos. Os buffets, embora mais atrativos economicamente, são completamente ineficientes e desproporcionais no que diz respeito à quantidade de alimentos confecionada e consumida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/saiba-como-deve-guardar-as-sobras-das-refeicoes/">A FORMA CORRETA DE GUARDAR AS SOBRAS DAS REFEIÇÕES</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desperdício zero</strong></p>
<p>«Não podemos simplesmente permitir que um terço de todos os alimentos que produzimos seja perdido ou desperdiçado, devido a práticas inadequadas, quando 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias», afirma o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta perspetiva, a comida é muito mais do que uma história ou caso particular. Atualmente, as escolhas que fazemos em relação ao consumo de alimentos já se traduzem em fortes consequências para o nosso planeta. Para além de afetarem de forma direta ou indireta o clima, e uso de recursos como água e a terra, comprometem a capacidade de as pessoas se alimentarem e viverem com dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, é tão importante adquirirmos, todos, consciência e recursos que melhor contribuam para ajudar a preservar, cada vez mais, a Terra. Mitigar o uso dos recursos naturais e o impacto ambiental inerente à produção de alimentos é fundamental para o bem-estar de todos, inclusive das gerações futuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A FAO tem como objetivo até 2030 reduzir para metade o desperdício alimentar per capita a nível mundial, do retalho e consumidor. Desta forma, comunicou algumas recomendações que podem ajudar-nos a participar desta boa causa em nossas casas. Ajudar está ao nosso alcance. Veja oito dicas práticas para reduzir o desperdício de alimentos em sua casa na galeria acima.</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Catarina Monteiro"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/02/IMG_20190226_091105_716-002.jpg" width="125" height="140" alt="Catarina Monteiro" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
	<div class="vw-about-author-info">
		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Catarina Monteiro</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Licenciada em Biotecnologia. Escreve quinzenalmente à quinta-feira sobre biotecnologia e sustentabilidade.</p>
                    
		<div class="vw-author-socials">
        
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		</a> 
		
		</div>
	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
<p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/astrologia-e-as-criancas-sol-em-aquario/">Astrologia e as crianças: Sol em Aquário</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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		<title>Carne sem vacas e ovos sem galinhas? Conheça o impacto da biotecnologia no futuro da alimentação</title>

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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 09:33:50 +0000</pubDate>

		<dc:creator><![CDATA[Sónia Santos Dias]]></dc:creator>

		Sónia Santos Dias
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        <dc:publisher>Sónia Santos Dias</dc:publisher>

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      	<dc:creator>Sónia Santos Dias</dc:creator>

        		
		

	        



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		<description><![CDATA[Segundo a ONU, o planeta Terra já alcançou o marco dos 7,6 mil milhões de habitantes.  E, apesar da quebra da taxa de natalidade, a população mundial continua a crescer. Prevê-se que em 2050 o número total de habitantes alcance os 9,6 mil milhões. A questão que se coloca é: como se alimenta uma população em crescimento?]]></description>

	

	
		<sapo:body><![CDATA[<strong>Segundo a ONU, o planeta Terra já alcançou o marco dos 7,6 mil milhões de habitantes.  E, apesar da quebra da taxa de natalidade, a população mundial continua a crescer. Prevê-se que em 2050 o número total de habitantes alcance os 9,6 mil milhões. A questão que se coloca é: como se alimenta uma população em crescimento?</strong><br><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2029/02/svsdv.jpg"><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/cha-verde-beneficia-saude-intestinal/">Chá verde beneficia saúde intestinal</a> </strong> </p><div class="arsegment"><p>Perante o cenário de crescimento surge, também, a necessidade de aumentar a produção mundial de alimentos para satisfazer da população. No entanto, esta realidade tem gerado alguma preocupação em torno da disponibilidade dos recursos e condições para a manutenção de números tão elevados de habitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda mais, quando a atualidade atravessa fortes alterações climáticas que ameaçam as culturas e o rendimento das produções um pouco por todo o mundo, está fácil de compreender o drama inerente: existem limites finitos e cada vez mais evidentes para os agroecossistemas e pescas. Continuará o planeta Terra a ter capacidade para suportar tantos habitantes? Quais as perspetivas para o futuro da alimentação mundial?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/ja-pensou-em-comer-insetos-a-tendencia-chegou-para-ficar/">JÁ PENSOU EM COMER INSETOS? A TENDÊNCIA CHEGOU PARA FICAR</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Biotecnologia no futuro da alimentação mundial</strong></p>
<p>É na resposta a estas questões que surge a biotecnologia como parte da solução. Considerada uma área científica multidisciplinar e em franca expansão, esta integra duas vertentes muito importantes da ciência: a biologia e a tecnologia. Mediante processos biológicos específicos tem sido possível, ao longo dos tempos, desenvolver alimentos com características vantajosas para a alimentação futura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os processos biotecnológicos de manipulação de genes têm possibilitado à ciência desenvolver espécies agrícolas capazes de resistir a doenças, pragas e condições climáticas adversas. Tem sido possível, também, aumentar o rendimento das culturas e reduzir o uso de pesticidas e de consumo de água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/leite-afinal-e-bom-ou-mau/">LEITE: AFINAL É BOM OU MAU?</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para além disto, a biotecnologia permite ainda, sob os mesmos processos, produzir alimentos de maior valor nutritivo. O arroz rico em vitaminas e o tomate com teor elevado de licopeno para a prevenção do cancro são só alguns dos benefícios possíveis com a ajuda desta área científica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em suma, numa época marcada por elevada densidade populacional, instabilidade climática e utilização descontrolada de recursos naturais, como a água por exemplo – estas técnicas de melhoramento de espécies agrícolas podem ser uma nova esperança para o futuro da alimentação mundial.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Conheça algumas aplicações da biotecnologia na alimentação na página seguinte</em><strong><!--nextpage--></strong></p>
<p><strong>Curiosidades: Impacto da biotecnologia no consumo de alimentos</strong></p>
<p>Sabia que é possível produzir carne, leite e ovos sem animais? Pois é, pode parecer ficção, mas já existem empresas a trabalhar neste sentido. Por meio de processos biológicos, é possível produzir-se carne, leite e ovos sem a intervenção de um único animal. Acredita-se que no futuro será possível produzirmos as vitaminas e proteínas que o nosso corpo necessita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fim da dependência de animais para alimentação humana poderá permitir a redução do uso da terra, dos consumos de água e energia e do impacto ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/escolher-a-sobremesa-primeiro-pode-levar-a-refeicoes-mais-saudaveis/">ESCOLHER A SOBREMESA PRIMEIRO PODE LEVAR A REFEIÇÕES MAIS SAUDÁVEIS</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Carne sem animais: A <a href="https://www.memphismeats.com/" target="_blank">Memphis Meats</a>, que conta com mais de 17 milhões de dólares doados por investidores, consegue produzir carne em laboratório. A técnica baseia-se na extração de células animais, por meio pequenas biópsias, e no seu cultivo a nível laboratorial. Será que é uma alternativa sustentável e economicamente acessível? Não sabemos. No entanto, a empresa crê começar a vender o seu produto até 2022.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leite sem vacas: Através de processos fermentativos e leveduras, a <a href="https://www.perfectdayfoods.com/" target="_blank">Perfect Day </a>produz leite com proteínas lácteas idênticas às que os bovinos produzem no seu corpo naturalmente. Por outro lado, o produto não contém lactose e nem colesterol.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>VEJA TAMBÉM: <a class="" href="https://mood.sapo.pt/fonte-da-juventude-cortar-em-15-das-calorias-atrasa-envelhecimento/">FONTE DA JUVENTUDE: CORTAR EM 15% DAS CALORIAS ATRASA ENVELHECIMENTO</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clara de ovo sem galinhas: já se questionou alguma vez sobre quem terá nascido primeiro, o ovo ou a galinha? Neste caso em concreto, parece que a <a href="https://www.clarafoods.com/" target="_blank">Clara Foods </a>faz nascer um ovo sem galinha. A empresa acredita que a produção de ovos, pelas vias normais, será insuficiente para satisfazer de forma sustentável e amiga dos animais uma população mundial tão elevada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Independentemente das estratégias para preservar e viver de forma sustentável no planeta, é importante percebermos que os recursos não são infinitos, a água não é inesgotável e as áreas para cultivo e produção animal não são ilimitadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="vw-about-author clearfix" itemprop="author" itemscope="" itemtype="http://schema.org/Person">

	<br>

	<a class="vw-author-avatar" href="" original-title="Publicado por Catarina Monteiro"><img src="https://mood.sapo.pt/wp-content/uploads/2019/02/IMG_20190226_091105_716-002.jpg" width="125" height="140" alt="Catarina Monteiro" class="avatar avatar-1024 wp-user-avatar wp-user-avatar-1024 photo" /></a>
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		<h3 class="vw-author-name" itemprop="name">Catarina Monteiro</h3>
		<p class="vw-author-bio" itemprop="description">Licenciada em Biotecnologia. Escreve quinzenalmente à quinta-feira sobre biotecnologia e sustentabilidade.</p>
                    
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	</div>
	<div class="clearfix"></div>
</div>
</div><p> <strong>Leia ainda: <a href="https://mood.sapo.pt/cottage-o-queijo-rico-em-proteinas-e-baixo-em-calorias/">Cottage, o queijo rico em proteínas e baixo em calorias</a> </strong> </p>]]></sapo:body>

	

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