Aline Castelo Branco – Relações

Educadora sexual, terapeuta e youtuber. Escreve quinzenalmente à quarta-feira.

Quando era pequenina, ouvia a minha avó dizer que a mulher deveria sempre ter consigo dois assessórios fundamentais: salto alto e colar de pérolas. Por Aline Castelo Branco.

As relações tomaram uma forma instável que parece colocar, a cada passo, a necessidade de repactuar e discutir. Quando, na verdade, a relação deveria ser para se divertirem e aproveitarem. Por Aline Castelo Branco.

Discussões acontecem em qualquer relação. E durante o casamento podem mesmo intensificar-se. Imagine que são duas pessoas com valores diferentes a viver sob o mesmo teto. Os desentendimentos, às vezes, dão muito pano para mangas. Por Aline Castelo Branco.

O problema não está na hora a que o outro volta para casa, mas na confiança que você tem (ou não) na capacidade de ele colocar limites. Por Aline Castelo Branco.

Andamos a beijar pouco. Pode parecer utopia, mas é uma afirmação que compõe a maioria dos relatos de mulheres dos 25 aos 55 anos. Por Aline Castelo Branco.

Homens e mulheres precisam de entender que a dor da perda ou do abandono deve ser sentida, mas não eternamente. Por Aline Castelo Branco.

Alguns objetos, inconscientemente, marcam o relacionamento. A mala é o primeiro. Grande, às vezes, não cabe em nenhum lugar, mas é de extrema importância numa viagem a dois. Por Aline Castelo Branco.

A 31 de julho é comemorado o Dia Mundial do Orgasmo e, por isso, quero falar sobre as diversas variações de prazer. Por Aline Castelo Branco.

Um obstáculo torna-se numa aprendizagem para as pessoas que sabem controlar as emoções. Por isso, neste artigo, resolvi falar de um amor através das metáforas do mestre Vinícius de Moraes. Brasileiro, criador da tal Bossa Nova. É uma analogia entre a sensibilidade e a explosão de sentimentos. Por Aline Castelo Branco.

O amor por outra pessoa, seja ela do mesmo sexo ou não, é algo que o ser humano procura a todo o momento. É um combustível necessário para que o indivíduo se sinta vivo. Por Aline Castelo Branco.