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Sustentabilidade, transparência e autenticidade: as principais tendências do consumidor para 2018

Estão a surgir novos perfis de consumidor com princípios fortes de sustentabilidade e que não se importam de pagar mais por isso. Um novo relatório que analisou os mercados de Portugal, Espanha e América Latina revela ainda o papel crescente dos mais novos e de uma nova geração que rejeita a etiqueta do género.

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Os novos consumidores vão avaliar as marcas cada vez mais de acordo com critérios distintos daqueles que utilizavam, como a sustentabilidade, a transparência das empresas e a autenticidade, e a todos os produtos que conjuguem as etiquetas saudável e digital. (Veja as 10 tendências na galeria acima).

 

Surgem agora novas tipologias de consumidor, como os consumidores verdes dispostos a pagar mais por marcas sustentáveis, consumidores solidários ou ainda uma nova geração que rejeita a etiqueta do género.  Estas são algumas das conclusões do relatório “Tendências de Consumer Engagement 2018”, realizado pela área sob o mesmo nome da Llorente & Cuenca, consultora em gestão de reputação, comunicação e assuntos públicos em Espanha, Portugal e na América Latina.

 

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Também as crianças e a terceira idade despertam cada vez mais interesse nas marcas. E não esquecendo que a tecnologia responsável pelas criptomoedas e o co-branding irão também gerar novas oportunidades de inter-relação entre as marcas.

 

De acordo com David González Natal, líder da área de consumer engagement e responsável pelo relatório realizado em colaboração com os especialistas da empresa em Portugal e na América Latina, «estes novos consumidores transferiram para as marcas algumas das suas novas obsessões e estão a medi-las com base em critérios completamente distintos dos do passado. Isto obriga a que as marcas se tornem mais transparentes para chegarem aos seus públicos de forma mais autêntica e que vejam o consumidor não como um indivíduo inserido num todo que pode ser agrupado em função dos seus interesses predeterminados, mas como um indivíduo com as suas próprias necessidades e preocupações».

 

 

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