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Super Bowl: 30 segundos de publicidade vão custar 4,6 milhões de euros

Marcado para o próximo domingo, o maior campeonato de futebol americano vai jogar-se em duas frentes: entre os Patriots vs Falcons e entre os anunciantes de publicidade, que, por esta altura, põem todas as suas forças no desenvolvimento de anúncios impactantes.

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Apenas 30 segundos de publicidade no Super Bowl deste ano vão custar 5 milhões de dólares, cerca de 4,6 milhões de euros, estimam os marketeers. No ano passado, a final do campeonato de futebol americano teve uma audiência televisiva de 111.9 milhões de pessoas.

 

O campeonato, que decorre no próximo domingo, 5 de fevereiro, em Houston, tem este ano na final os Patriots e os Falcons. Mas é também palco das maiores disputas publicitárias das maiores marcas a nível mundial.

 

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Enquanto que as equipas treinam para a final, as marcas que vão ter espaço publicitário focam-se no desenvolvimento de estratégias de marketing e anúncios que causem impacto junto do público nesses breves segundos televisivos.

 

«Enquanto o Super Bowl for transmitido na TV, ele será alavancado pelas empresas na forma de comerciais tradicionais pelas empresas com capacidade financeira para cobrir este meio muito caro, mas que muitas vezes vale a pena. No entanto, todas as empresas pretendem desenvolver estratégias de marketing e conteúdo criativo que vão além dos métodos tradicionais e da TV, para facilitar o envolvimento dos seus consumidores e promover relacionamentos duradouros com eles. Mesmo as grandes empresas com orçamentos de publicidade generosos gostam quando os seus anúncios ficam virais e prolongam-se além do momento», explica em comunicado Avalla Ruvio, professora de marketing na Broad College of Business.

 

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Os anúncios são já uma atração extra esperada nesta final, com as expetativas dos consumidores também já muito elevadas.  Um desafio para as marcas. Segundo a especialista, «as marcas bem-sucedidas são aquelas que compreendem os seus consumidores e oferecem um valor significativo para eles, que é uma mensagem que vai além de “comprar este produto”. Essas marcas contam uma história convincente que ressoam nos seus consumidores. A Budweiser e a Procter & Gamble, por exemplo, concentram-se em criar uma conexão emocional com os seus consumidores. A Doritos conseguiu chegar aos seus consumidores de forma divertida. Essas marcas promovem relacionamentos duradouros com os seus consumidores».

 

O desafio está cada vez mais difícil de superar. «A criatividade será a chave para esses esforços de marketing, e vamos ver uma maior mudança para as redes sociais. O Super Bowl oferece uma grande oportunidade para as empresas chegarem a um público mais amplo, e iniciar uma caixa de diálogo que pode (e deve) continuar muito tempo após este evento terminar. As pessoas falam sobre os anúncios na segunda-feira de manhã no trabalho, mais do que eles falam sobre o jogo», explica Ruvio. Para ver os anúncios mais icónicos do Super Bowl, clique aqui.

 

 

 

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