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Stevia: adoçante ou suplemento alimentar?

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Breve historial

Os europeus tiveram o primeiro contacto com a planta no século XVI, pelos espanhóis, aquando da descoberta das Américas, que enviaram para o seu país de origem algumas amostras da planta, ao observarem que os nativos aborígenes a utilizavam para adoçar os chás e que lhe chamavam a doce planta da felicidade, porque, para além de adoçar o paladar e curar doenças, também harmonizava o corpo, as emoções e o humor.

 

As partes utilizadas são as folhas “ao natural” e/ou secas, apesar de todas as partes da planta terem acentuado sabor adocicado.

 

Propriedades

– Realça o sabor dos alimentos. São utilizadas menores quantidades de stevia, do que se fosse utilizar açúcar.

– Não provoca cáries dentárias. Não é metabolizado pelos microrganismos, assim evita-se a destruição dos dentes.

– Evita a formação da placa bacteriana.

– É considerada um nutracêutico. Estudos recentes revelaram que a stevia possui também uma propriedade antioxidante, tornando-a num alimento funcional.

 

Como é comercializada

Existem basicamente 4 tipos de produtos à base de stevia:

– Stevia inteira, em folhas secas: é difícil de encontrar, mas algumas empresas online vendem a stevia desta forma. Poderá também cultivar a planta desde que tenha um pequeno quintal.

– Stevia em pó verde: consiste nas folhas secas da stevia, reduzidas a pó. Não é refinado e pode ser usado em várias receitas. Tem um sabor doce forte, com um travo característico.

– Stevia em pó branco: é um produto refinado feito a partir das folhas de stevia, que contém apenas o composto que torna a stevia doce: o steviosídeo. Como tem apenas um ligeiro travo, pode ser usado em chás de ervas ou outras bebidas quentes.

– Extracto líquido de stevia: algumas gotas deste líquido são suficientes para adoçar uma chávena de café ou chá.

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