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Sinais que indicam que pode estar com um transtorno alimentar

Com a crescente preocupação com o corpo, muitos são os jovens que se tornam obcecados com o assunto, investindo em dietas rigorosas e num plano de treinos. Não há problema nenhum em fazê-lo. Contudo, existe a necessidade de estar particularmente atento quando o tema parece deixar de ser somente uma preocupação e se torna numa obsessão. O Instituto da Família da Universidade Northwestern, nos EUA, revela cinco dos vários sinais que podem indicar uma patologia de transtorno alimentar, como a anorexia.

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Cerca de três por cento dos adolescentes com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos travam uma luta com a comida, o peso e a imagem corporal. De tal forma que o risco de sofrerem de uma desordem alimentar é bastante grande nesta faixa etária. A anorexia (perda ou ausência de apetite), bulimia (ingestão de grandes quantidades de comida às escondidas, seguidas de indução do vómito) e o transtorno de compulsão alimentar (ingestão exagerada de alimentos) são apenas alguns dos problemas de saúde adjacentes à temática e que precisam de tratamento, visto afetar tanto a saúde física, como a mental. Quem o diz é o Instituto da Família da Universidade de Northwestern, nos EUA.

 

Como em praticamente todos os casos de diagnóstico de doenças, o tratamento precoce oferece uma enorme vantagem: uma melhor e mais eficaz terapia. No entanto, nem sempre é fácil detetar este tipo de transtornos.

 

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De acordo com o estudo da universidade norte-americana, cerca de 50% das raparigas adolescentes e 30% dos rapazes cometem erros no que respeita à rotina alimentar. Saltar refeições, comer demasiado rápido, fumar, vomitar e usar laxantes para controlar o peso são apenas algumas delas. Mas, atenção, estes nem sempre são sinais de que está perante mais um caso de transtorno alimentar.
Muitas vezes, os pais acreditam que os seus filhos estão a ter um comportamento normal para a sua idade. Contudo, a verdade é que saltar refeições, como o pequeno-almoço e anunciar «estou a tentar ser mais saudável» pode ser um prenúncio de que algo não está bem.

 

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De acordo com a rede nacional de hospital CUF, «a incidência da bulimia em mulheres dos 15 aos 24 anos, o grupo de maior risco, tem aumentado ao longo dos últimos 50 anos. Alguns estudos sugerem que nas populações de risco, habitualmente estudantes do género feminino, a frequência seja de cerca de 10%». Explica ainda que «a bulimia, à semelhança da anorexia nervosa, está muito relacionada com a perceção da imagem corporal» e que, por esse motivo, a pressão social é um grande fator de risco.

 

As consequências destas doenças não são apenas visíveis a olho nu. Uma baixa autoestima, um perfecionismo exagerado, comportamento impulsivo, depressão e ansiedade são alguns das mazelas que a doença deixa nos jovens.

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