Ser mãe

Para quem vive a experiência, ser mãe é a melhor coisa do mundo. A partir do momento em que nasce o primeiro filho, o coração deixa de nos pertencer.

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Senti literalmente isso, quando nasceu a minha filha, em 2011. Senti que o meu coração agora estava nas mãos dela. E essa transferência imediatamente a seguir ao nascimento – e para mim uma surpresa, pois nunca o tinha sentido – foi até angustiante durante duas semanas, o tempo que no meu caso foi necessário para me habituar à nova condição de deixar de ser dona da minha pessoa.

 

Não fui daquelas mulheres que, aos 20 anos, já sabiam que queriam ser mães. Em mim, o sentimento chegou relativamente tarde, para lá dos 30 anos. Mas chegou. Mas compreendo perfeitamente quem não queira ser mãe. E respeito. E não tenho nada a ver com isso. Não critico. Não quero mesmo saber. O que posso dizer apenas é que é uma experiencia maravilhosa, que desperta em nós sentimentos únicos. Mas cada um é livre de querer viver o que bem lhe apetecer.

 

Dia 1 de maio, celebra-se o Dia da Mãe. Um dia querido para muitas mulheres e stressante para muitas outras. Porque a sociedade continua a ‘exigir’ que as mulheres sejam mães. Acredito que quem não é mãe, e é ocasionalmente alvo de algum comentário sobre a sua condição de ‘não-mãe’, queira ver este dia passar depressa. Para outras será indiferente. Cada uma lá terá as suas razões, por vezes assumidas, por vezes por alguma infelicidade. E esta é uma questão transversal a toda a sociedade. Algumas celebridades já partilharam as suas razões porque decidiram não ser mães (veja aqui a galeria). Divulgamos algumas.

 

O importante é a mulher ser e sentir-se livre. E viver a sua vida naquela que é a sua plenitude. A pressão social é difícil, mas o melhor é a mulher seguir sempre o seu desejo, que pode passar ou não por ser mãe.

 

Boa semana.

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