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Ser ‘desportista de fim de semana’ é suficiente para reduzir risco de morte

Praticar atividade física duas vezes por semana pode ser o suficiente para reduzir riscos de mortalidade pelas mais variadas causas, independentemente da adesão às diretrizes predominantes da atividade física.

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Um novo artigo publicado no jornal da Associação Médica Americana, ‘JAMA Internal Medicine’, sugere que os ‘desportistas de fim de semana’ que realizam a quantidade recomendada de 150 minutos moderados ou 75 minutos de atividade vigorosa, uma ou duas vezes por semana, apresentam menores riscos de morte em comparação com adultos inativos.

 

Os autores do estudo realizaram uma análise conjunta a 63.591 adultos que responderam a questionários entre 1994 a 2012. Os autores analisaram associações entre o ‘desportista de fim de semana’ e outros padrões de atividade física com o risco de morte pelas causas mais variadas, entre as quais cancro e doenças cardiovasculares.

 

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Entre 63.591 adultos (idade média de 59 anos) ocorreram 8.802 mortes por variadas as causas, 2.780 mortes por doenças cardiovasculares (DCV) e 2.526 por cancro. Em comparação com os adultos inativos, os desportistas de fim de semana revelaram um risco de morte por variadas causas cerca de 30% menor, o risco de morte por DCV foi 40% mais baixo e o risco de morte por cancro foi 18% menor.

 

As reduções de risco foram semelhantes entre desportistas de fim de semana e os adultos insuficientemente ativos que realizaram menos do que a quantidade recomendada de atividade física semanal. A frequência e a duração parecem não importar entre aqueles que cumprem as diretrizes de atividade física. Algumas evidências sugerem que os riscos de morte foram menores entre os adultos regularmente ativos, de acordo com os resultados.

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