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Semana Europeia da Vacinação: «As vacinas aproximam-nos»

De 26 de abril a 2 de maio, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica assinala a Semana Europeia da Vacinação com uma campanha de promoção das vacinas como uma ferramenta para o regresso progressivo da sociedade ao seu quotidiano.

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De 26 de abril a 2 de maio, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica assinala a Semana Europeia da Vacinação, uma iniciativa da Organização Mundial de Saúde que este ano celebra o contributo dos programas de vacinação para a promoção da saúde e para a qualidade de vida de milhões de pessoas. A campanha – sob o mote «As vacinas aproximam-nos» – assinala também o papel fundamental da vacina contra a COVID-19 no início do regresso progressivo da sociedade ao seu quotidiano.

 

Na Semana Europeia da Vacinação, a APIFARMA reafirma que é fundamental confiar na ciência e na investigação clínica que possibilitaram alcançar soluções de saúde inovadoras, como sejam medicamentos, vacinas e meios de diagnóstico eficazes, seguras e de qualidade.

 

«Programas de Vacinação robustos, como é o caso do Programa Nacional de Vacinação (PNV) em Portugal, contribuem para prevenir doenças potencialmente fatais ou incapacitantes e permitem que milhões de pessoas cresçam saudáveis e desfrutem de um envelhecimento saudável. Por isso, os serviços de vacinação de rotina, disponíveis para prevenir inúmeras doenças, devem ser mantidos», assina a APIFARMA em comunicado.

 

A OMS considera as vacinas «uma das maiores histórias de sucesso da medicina moderna», ao evitarem entre 2 a 3 milhões de mortes por ano, o que se traduz em importantes ganhos em termos de saúde pública, como foi o caso da erradicação da poliomielite em muitas partes do globo e da varíola no mundo.

 

O coordenador do Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos, Filipe Froes, salienta que «o mundo como o conhecemos só é possível devido ao impacto das vacinas na erradicação e prevenção de doenças que dizimavam milhões de vidas todos os anos».

 

Para além de salvarem vidas, os programas de vacinação com uma implementação sustentada e em grande escala são um dos investimentos mais custo-efetivos na área da saúde pública. Ao prevenir formas graves de doenças, permitem aliviar pressão nos Sistemas e nos orçamentos da saúde, possibilitando a alocação de recursos para outras áreas e investir em inovação médica.

 

O presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, Ricardo Mexia, refere que «as vacinas salvaram milhões de vidas e continuam a ser a forma mais segura e custo-efetiva de proteger as populações. É fundamental apostar no reforço dos programas de vacinação, incluindo comunicar de forma clara».

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