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Sardas: porque umas peles têm e outras não?

Há peles com muita pinta. Não é nenhum defeito, mas sim uma característica da pele que tem zonas com grande concentração de melanina, o pigmento que dá cor à pele.

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Muitas pessoas sentem-se inibidas poe terem o rosto cheio de pintas, já outras apreciam a particularidade que as diferencia dos demais. O certo é que ninguém é indiferente às sardas.

 

As sardas não são nenhum problema de saúde, são sim o reflexo de uma elevada concentração de melanina, o pigmento que dá cor à pele, em determinadas zonas do corpo.

 

As sardas estão inscritas nos genes, ou seja, mesmo que os pais ou avós não tenham sardas elas fazem parte do código genético da família. Elas aparecem mais em peles mais claras, mas tal não significa que todas as pessoas as tenham. Da mesma forma que nem todos os ruivos têm sardas e nem todas as pessoas que têm sardas serão ruivas.

 

A predisposição para desenvolver sardas é herdada. Elas são mais comuns em pessoas com pele clara, especialmente aquelas com ascendência europeia. O gene MC1R, que regula a produção de melanina, está fortemente associado ao aparecimento de sardas. Pessoas com variações nesse gene tendem a ter uma maior quantidade de melanina tipo feomelanina, que é mais propensa a formar sardas sob a exposição ao sol.

 

A luz UV estimula a produção de melanina na pele. Em pessoas com predisposição genética, isso leva ao acúmulo de melanina em áreas específicas, formando sardas. As sardas tendem a escurecer e aumentar em número com a exposição solar e a clarear em períodos de menor exposição, como no inverno.

 

Outra curiosidade é que as sardas não são todas da mesma cor. Existem sardas beges, amarelas, encarnadas e castanhas.

 

Porém, o que é de assinalar é que uma pele coim sardas exige cuidados redobrados com o sol, pelo que é necessário aplicar sempre protetor solar, pois estas peles são mais vulneráveis a queimaduras solares.

 

Para prevenir o aparecimento ou o escurecimento das sardas, recomenda-se:

  • Uso de protetor solar: Aplicar protetor solar com fator de proteção alto (FPS 30 ou mais) diariamente, mesmo em dias nublados.
  • Roupas protetoras: Usar chapéus, roupas de mangas longas e óculos de sol para proteger a pele da exposição direta ao sol.
  • Evitar o sol intenso: Reduzir a exposição ao sol durante os horários de pico (das 10h às 16h).

 

As sardas, embora inofensivas, podem ser uma preocupação estética para algumas pessoas. Existem tratamentos disponíveis, como cremes clareadores e procedimentos dermatológicos, para reduzir sua aparência, caso desejado.

 

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