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Roteiro de arte sustentável: cinco peças para visitar em Lisboa

O grupo de artistas da Skeleton Sea já transformou mais de 100 toneladas de lixo em arte, que pode ser apreciada em Lisboa e arredores.

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A Skeleton Sea, coletivo de artistas, sugere um novo passeio por Lisboa e arredores. O coletivo já transformou mais de 100 toneladas de resíduos recolhidos de praias, aterros, resíduos, sucatas, despojos, entre outros, em arte.

 

Agora, já é possível realizar um roteiro para visitar esta arte exposta que pretende sensibilizar os portugueses para a preservação do nosso planeta. Veja de seguida.

 

“The Machine” na Praça do Campo Pequeno

Ccomposto por mais de 500kg de resíduos, esta obra de arte é a interpretação artística da Skeleton Sea de uma criatura do universo do videojogo Horizon Forbidden West, um exclusivo PlayStation. A peça partilha os mesmos valores do jogo e pretende sensibilizar para a preservação do planeta. Ao analisar os detalhes é possível perceber o que a compõe, tal como partes de um aspirador, uma moto e até uma escavadora;

“Sea Monster” no Parque das Nações

No lago adjacente ao Oceanário de Lisboa, é possível encontrar um monstro marinho com 60 metros que é composto por mais de 12 toneladas de garrafas de plástico. A instalação pretende sensibilizar para o consumo excessivo do plástico e que por isso não se deve “alimentar” ainda mais este monstro;

 

“Indoor Exhibition” no Oceanário de Lisboa

Aao visitar o interior do Oceanário de Lisboa, para além dos animais marinhos que acompanham o local, pode-se ver a exibição permanente da Skeleton Sea. Esta é composta por materiais recolhidos e reaproveitados após serem transformados em peças de arte com a forma de animais;

 

“A Pérola de Água” em Santo António dos Cavaleiros

Após ver as instalações artísticas no centro de Lisboa, o roteiro continua dentro da Grande Lisboa, nomeadamente em Loures. O grupo de artistas transformou a rotunda principal de Santo António dos Cavaleiros numa obra de arte com esta peça que pretende destacar a importância de preservar a fauna e a flora do nosso planeta;

 

“Tiger Shark” no Posto de Turismo da Ericeira

Em exibição permanente, esta é mais uma das obras artísticas do coletivo localizada fora do centro de Lisboa. Com 250 cm de comprimento, esta criatura marinha é composta por vários resíduos encontrados em praias e áreas costais. Tem uma aparência mecânica, característica da interpretação artística desta coletiva.

 

Desde 2005 que a arte da Skeleton tem vindo a sensibilizar os portugueses para a importância de gerir os resíduos de uma forma responsável. É algo que caracteriza o trabalho desenvolvido por João Parrinha, Xandi e Isabell Kreuzeder, que não pretendem parar de espalhar a sua mensagem ambiental enquanto apelam à preservação do nosso planeta.

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