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Rosto: a nossa identidade e a nossa felicidade

Quando se pensa em “beleza” normalmente a nossa mente imagina um rosto conhecido. Nenhuma parte do nosso corpo revela mais para o mundo do que o rosto. Ele identifica-nos e está retratado nos nossos documentos oficiais. É também para o rosto que olhamos pela manhã ao espelho quando começamos o dia e é nele que nos fixamos quando nos comunicamos uns com os outros.

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Quando dizemos a uma pessoa que ela é bonita, geralmente referimo-nos à fisionomia dos traços do rosto. É ainda nele que expressamos as emoções (alegria, tristeza, dor, raiva, frustração, depressão ou de euforia). As chamadas expressões emoções não verbais.

 

Também é no rosto que está caraterizada a nossa herança do “DNA Fenótipo” (as caraterísticas morfológicas como a cor e formato dos olhos, a forma do rosto e a forma dos lábios, consoante a nossa origem e raça e o tipo de fisiologia).

 

Por ser a parte do corpo mais exposta, ter uma pele bonita é uma das preocupações que nos acompanha como ser humano, desde a infância até ao envelhecer. Tanto que é a parte do corpo mais decorada com maquilhagem e adornos desde a pré-história até aos dias atuais.

 

Nas sociedades modernas, ter acne, manchas na pele, cicatrizes, olheiras profundas ou qualquer outro tipo de alterações que modifiquem esta região do nosso corpo acaba por perturbar as nossas emoções, modifica a autoestima e mexe com a nossa identidade.

 

Ter hábitos de vida saudáveis é importante para se ter um rosto são e bonito, porque a saúde e a beleza começam à mesa e a juventude biológica desenvolve-se com boa saúde. Mas quando falamos de “felicidade” e de qualidade de vida social, precisamos de fazer uma outra forma de avaliação.

 

Existem dois aspetos que determinam o nível de felicidade e de bem-estar do ser humano e que são os maiores fatores de influência na saúde e na qualidade de vida, das chamadas sociedades desenvolvidas. Estes devem ser levados em conta, ainda antes de se olhar a pessoa como um doente a precisar de ajuda. São eles: a forma como encaramos a relação com a comida e a maneira como gerimos o nível de felicidade.

 

Enquanto profissional de saúde preventiva e sustentável, considero que partir do primeiro contato é importante estabelecer uma harmoniosa comunicação em que não existe um doente ou paciente, mas sim um “SER HUMANO”, que pode começar um encontro com o seu relógio biológico em busca de um ciclo com mais  qualidade de vida em todos os sentidos (social, cultural, emocional, familiar, profissional e na saúde metabólica).

 

Este tipo de atuação onde o ser é tratado de forma integral, do latim “integralis”, que significa, total, inteiro, completo, é feito considerando todos os fatores de influência epigenética, que alteram o DNA fenótipo da sequência não herdada.

 

Não existe doença, apenas doentes, inseridos num contexto geográfico com diversos tipos de hábitos enraizados, os quais precisam de ser considerados e ajustados às necessidades de cada pessoa e ou sociedades. Compreendido este aspeto, importa agora definir o caminho como é feito este encontro entre a vida e o equilíbrio com o corpo.

 

“A saúde é um estado de consciência, regional, profissional, social, cultural e pessoal”

 

Para que esta afirmação seja tomada em conta, todos precisam de estar envolvidos numa visão de mudança do paradigma da saúde e da qualidade de vida das populações no mundo e nas sociedades.

 

É sabido que a boa nutrição, é a melhor escolha para preservar a saúde e juventude do corpo. Uma alimentação variada e um estilo de vida saudável são os conselhos de todos os profissionais de saúde das mais diversas áreas específicas.

 

Importa agora saber quais os passos a dar para poder beber da fonte da juventude, em busca do equilíbrio vital e da imunidade inata, tão importantes para a verdadeira qualidade de vida.

 

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