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Renuncie ao apelo da cadeira: saiba porque deve passar mais tempo em pé

Sabia que passamos mais tempo sentados do que a dormir? Segundo os especialistas, uma pessoa fica em média 9,3 horas diárias sentada. E isso não é bom para nós. Veja como contrariar essa situação.

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Nunca passámos tanto tempo sentados como agora. Porém, o nosso corpo não está ‘construído’ para tanto sedentarismo. E, claro, ao longo do tempo, os sintomas desse desajuste vão aparecendo. Dores nas costas, dores de cabeça, moleza, para referir apenas alguns, são sinais de um estilo de vida sedentário.

 

A quantidade de horas que se passa sentado pode até ter um impacto mais grave na saúde do que uma má postura ou dores nas costas. E são vários os estudos que sugerem que os períodos prolongados que se passa sentado podem aumentar o risco de doenças crónicas, tais como diabetes e doenças cardiovasculares, relata a Clínica Mayo, nos EUA.

 

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Este risco não é, no entanto, reduzido com exercício diário. A questão reside no gasto energético total do dia. Num estudo longitudinal que acompanhou mais de 100.000 homens e mulheres ao longo de um período de 14 anos, as pessoas que se sentaram mais de seis horas por dia apresentaram um risco de mortalidade de 40% mais do que aquelas que se sentaram cerca de três horas ou menos por dia. Este risco não foi alterado pelos níveis de atividade física dos participantes do estudo quando não se encontravam sentados.

 

Vários estudos indicam que os riscos consequentes deste sedentarismo aumentam a cada duas horas gastas sentado. Na verdade, estar sentado requer energia quase nula e a atividade das enzimas que metabolizam a gordura diminui drasticamente quando nos sentamos.

 

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O ato de estar sentado está tão intrínseco em nós que não questionamos sequer porque o fazemos e a sua frequência. Todos o fazem e, por isso, nem nos ocorre que pode ser algo com efeitos negativos. Porém, não é impossível reduzir a quantidade de tempo que se passa sentado, pode é ser complicado adaptar-se à nova realidade.

 

Veja a galeria que lhe apresentamos no topo deste artigo com algumas dicas/soluções para inserir essa redução no seu quotidiano.

 

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