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Rejuvenescimento total do rosto: qual a melhor solução para mim?

Uma questão que me colocam frequente é: “Qual a melhor solução para rejuvenescer o meu rosto?”. É uma situação que deve ser sempre avaliada individualmente pois temos diferentes traços faciais e características que nos diferenciam uns dos outros: o tom de pele, a sua elasticidade, a fisionomia, a herança genética e problemas de saúde são fatores que têm de ser falados e medidos.

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O importante é afirmar que cada pessoa terá um plano desenhado à sua medida o que quer dizer que o que faz sentido para uma pessoa pode não fazer para outra. Assim sendo, na consulta de avaliação, o médico-cirurgião plástico terá de verificar estas questões e perceber ainda com a paciente o que mais a preocupa na face e ainda as suas expectativas.

 

Se for um rosto já bastante marcado pelo envelhecimento – poderá apresentar pálpebras caídas, diminuição do volume do terço médio, desaparecimento do contorno mandibular ou laxidão do pescoço – o ideal será avançar para um facelift completo para um resultado a longo prazo.

 

No facelift completo, atuo em várias áreas e acabamos por incluir outras cirurgias numa só. Ao nível dos olhos, para reverter o envelhecimento das pálpebras com excesso de pele, realizo uma blefaroplastia onde removo essa pele a mais.

 

Para equilibrar o rosto que vai perdendo gordura com o envelhecimento cutâneo, utilizo a técnica de facelift moderna e lipofilling em que subo o rosto e introduzo gordura retirada de outra zona da paciente que, após ser filtrada e tratada, aplico em zonas estratégicas da face para lhe dar um ar natural. Por fim, e para um resultado global, não se deve esquecer o pescoço, que é melhorado através de um lifting do pescoço.

 

Recordo que os procedimentos do facelift vão ao encontro da necessidade da paciente em que podemos ter de atuar mais numas zonas e menos noutras, consoante o estado da sua face e o seu objetivo.

 

As incisões da cirurgia do facelift são colocadas em zonas específicas – pregas naturais da pele, atrás das orelhas – para que se tornem impercetíveis e pouco notadas; afinal de contas, a face está em constante exposição.

 

A duração desta cirurgia depende das áreas em que necessitamos de atuar mas habitualmente poderá rondar as 4/5 horas com internamento de apenas 1 dia. Para a sua recuperação serão necessárias 2 semanas e poderá haver algum desconforto devido a edemas mas sem expectativa de dor.

 

Para que os resultados sejam excecionais, aconselho as massagens linfáticas e cuidados redobrados com as cicatrizes. Pode retomar a atividade laboral ao fim de 15 dias e a atividade desportiva dentro de 5 a 6 semanas. Os resultados plenos do facelift total são visíveis nos 6 meses após a cirurgia e conseguirá um rosto rejuvenescido e equilibrado com efeitos vitalícios.

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