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Recomeçar (o trabalho) depois da morte

É cruel e injusto, mas as empresas e a sociedade não estão preparadas para lidar com a morte.

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É possível recomeçar a trabalhar depois da morte? De facto, sim, é. Mas… em que condições? Perder uma mãe, um pai, um amigo ou amiga, é muito duro e quase insuperável. Mas não menos difícil é voltar ao trabalho depois da morte, porque NADA, mas rigorosamente nada, mudou sem ser a sua vida.

 

As tarefas, a vida dos colegas, os chefes, as exigências, os objetivos… Nada mudou, mas a sua vida sim.

 

A sociedade não está preparada para lidar com a morte, ou não fosse ela ‘contranatura’, e por isso temos uns míseros dias para nos recompormos do desaparecimento de alguém.

 

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É cruel e injusto, mas as empresas e a sociedade não estão preparadas para lidar com a morte.

 

Quais os mecanismos para conseguirmos ‘dar a volta’?

– Fale com a sua chefia sobre o seu estado (esperando que ela entenda)

– Tente, se conseguir, tirar mais uns dias de descanso

– Aceite os seus limites e o seu estado emocional e físico

– Não entre em looping com o trabalho, seja equilibrado nas horas de trabalho

– Aceite novos desafios que o motivem e acrescentem valor à sua vida, porque quando alguém morre, uma parte de nós também morre, por isso encontre novos focos

– Respeite-se e aceite-se, a sua vida mudou, você mudou.

 

Ana Maria Braga diz: «A vida às vezes te quebra para mostrar que o seu lado mais bonito é o lado de dentro».

 

Ora, faça isso mesmo, saque o seu lado mais bonito; da calamidade faça uma oportunidade e tente sair dessa experiência dolorosa uma melhor pessoa e um melhor profissional.

 

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