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Quase metade dos jovens já partiu o ecrã do smartphone

A faixa etária dos 16 aos 24 anos é a mais ‘desastrada’, segundo revela um novo estudo da consultora Mintel que analisou o estado dos smartphones dos utilizadores. Já os mais cautelosos são os que têm mais de 55 anos. Veja ainda como conseguir afastar a obsessão de estar sempre a mexer no smartphone, que aumenta exponencialmente as hipóteses de queda.

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Uma análise realizada no Reino Unido apurou que 24% das pessoas partiu o ecrã do seu smartphone nos últimos dois anos, elevando-se esta percentagem para 48% na faixa etária dos 16 anos 24 anos, revela a consultora Mintel.

 

A investigação foi ainda mais longe e apurou que, entre os jovens desta faixa etária, são as mulheres as que mais vezes viram este ‘pesadelo’ acontecer, nomeadamente 51%, Por contraste, quem menos vezes deixou cair o smartphone para um destino rachado foram os utilizadores acima dos 55 anos, com apenas 7% a reportar este incidente.

 

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Prevendo já situações deste tipo, 57% dos proprietários de smartphones mantêm o seu telefone antigo como sobressalente. Um grupo acautelado de 26% faz seguro para o telefone, subindo para 33% no grupo dos 16 aos 24 anos. «Reparar um ecrã é cada vez mais caro, especialmente para os jovens, pois os custos associados aos smartphones continuam a subir. Isto deve-se principalmente ao aumento do seu uso e ao facto de que a maioria dos consumidores jovens tem os seus telefones consigo o tempo todo. Com écrans maiores e de maior qualidade, os danos nos dispositivos podem ser mais caros do que nunca», comenta Adrian Reynolds, analista de tecnologia da Mintel.

 

A análise apurou ainda que quase dois terços dos proprietários vão mudar de smartphone nos próximos dois anos. Quatro em cada dez (41%) possuem um novo smartphone há menos de um ano, com dois terços consideráveis ​​(64%) planeando atualizar o seu equipamento nos próximos dois anos. Enquanto isso, mais da metade (54%) dos que não querem mudar pretendem manter o smartphone o maior tempo possível.

 

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Para aqueles que procuram atualizar o seu telefone, a vida útil prolongada da bateria (72%) continua a ser o principal fator de atualização. Enquanto isso, 38% dos consumidores consideram a impermeabilização um recurso importante de atualização, aumentando para 50% entre os 16 e os 24 anos de idade. No entanto, enquanto muitos britânicos amantes da tecnologia vivem e morrem pela mais recente tecnologia, 31% dos proprietários de smartphones comprariam um smartphone em segunda mão. Hoje, 83% dos consumidores possuem um smartphone, com o mercado estabilizando-se no último ano. Cerca de 20% ainda possuem um telefone móvel básico.

Finalmente, quando se trata de aumentar a segurança tanto para fazer login em smartphones quanto para verificar a identidade para usar aplicações e fazer compras, os fabricantes adotaram a tecnologia biométrica. Cerca de 39% dos britânicos preferem desbloquear o telefone usando scanners de impressão digital, seguidos por quase um quarto (24%) que estão contentes com os PINs. Enquanto 14% usam senhas, pouco menos de um em dez (8%) diz que se sente mais seguro usando o reconhecimento facial.

Tentou afastar-se. A sério que tentou… mas não conseguiu! Os alertas constantes de emails, sms e mensagens de redes sociais são difíceis de resistir. E, quando dá por isso, lá está novamente a navegar no seu smartphone. Quer acabar com este ciclo? Siga as dicas de James A. Roberts, autor do livro “Demasiado De Uma Coisa Boa. Está Viciado No Seu Smartphone?” na galeria acima.

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