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Qual é a sua marca pessoal?

O que faz de si diferente das outras pessoas no seu trabalho ou até mesmo no seu círculo social? A sua marca! Aprenda a trabalhá-la.

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Numa altura em que o excesso de informação faz com que seja muito difícil que uma marca ou uma pessoa sobressaiam, é mais do que nunca importante fazer a sua presença ser notada e lembrada da forma que mais lhe interessa. Chama-se a isto trabalhar a sua marca pessoal, as características que tornam cada indivíduo único e o valorizam.

 

Tal como a Chanel usou o tweed ou Diana Von Furstenberg o vestido trapézio como imagens de marca; da mesma maneira que a Ferrari propagandeou o alto desempenho das suas máquinas e a Volvo a extrema segurança, também nós podemos pegar nas nossas melhores características, os atributos de personalidade mais positivos, e transformá-los numa marca única.

 

Afinal, o que dizer do comportamento de bad girl de Kate Moss ou da imagem de menina bonita de Taylor Swift? Podendo estas ser características inerentes às suas personalidades, o marketing pessoal usou-as como ferramentas para a construção de uma marca. Esta é uma técnica cada vez mais generalizada, deixando há muito de ser exclusiva de figuras públicas ou quadros superiores de empresas.

 

Por essa razão, a empresa de consultoria de imagem Blossom desenvolveu o workshop “A minha marca”, levado a cabo pela formadora Ana Teresa Silvestre, que dá as linhas para a construção de uma marca pessoal forte e consistente. Em conversa com a Mood, Dora Dias, diretora da Blossom, explica: “A marca pessoal é a nossa impressão nos outros, a maneira como comunicamos a nossa identidade e personalidade, assim como as valências pessoais e profissionais. Por isso, é importante dedicarmos-nos à definição e construção da nossa marca para termos do nosso lado o controle da imagem que passamos e, assim, não deixarmos isso ao acaso.”

 

A autenticidade é um fator a ter em conta. Quando se trabalha uma marca pessoal, o que se pretende é destacar os pontos positivos, o que é diferente de criar uma personagem: “A nossa imagem pode ser trabalhada, ou seja, podemos comunicar o que pretendemos, mas funciona melhor quando comunicamos o que é real.” A manipulação pode ter efeitos contrários aos pretendidos, avisa a consultora: “O ideal é criar uma marca pessoal que assente nas nossas características. Através de códigos de vestuário ou de linguagem corporal podemos transmitir uma imagem confiante e fazermos sentir isso mesmo, mesmo que não sejamos de facto assim em muitas situações. Esta é uma forma positiva da tal ‘manipulação’ que pode ser feita na nossa marca pessoal. Muitas pessoas levam ao extremo, parecendo ser algo que de facto não são, mas não é isso o recomendado, já que o ser genuíno será sempre um aspeto muito importante na marca pessoal e que se deteta se não estiver presente.”

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