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Proteína vegetal associada a um menor risco de morte

É mais um estudo a suportar a ideia de que a proteína vegetal é mais benéfica para a saúde do que a animal, levando ao prolongamento da esperança de vida.

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Uma taça de lentilhas ou de quinoa pode ter o mesmo efeito proteico do que uma bola de carne, com a vantagem de ajudar a prolongar a esperança de vida, segundo um novo estudo publicado na edição de 1 de agosto do ‘JAMA Internal Medicine’.

 

O estudo analisou a ingestão de proteína de mais de 131 mil homens e mulheres a partir das investigações ‘Nurses’ Health Study’ e ‘Health Professionals Follow-up Study’. Após o rastreio das dietas dos participantes até 32 anos, os autores descobriram que uma maior ingestão de carne vermelha, em particular as versões processadas (salsichas, bacon, salame, etc), está associada a um maior risco de morte, enquanto que uma maior ingestão de proteína de alimentos de origem vegetal está associada a um menor risco.

 

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As proteínas vegetais revelaram-se mais protetoras no combate à morte por doenças cardíacas especialmente entre participantes com, pelo menos, um dos seguintes hábitos de vida: tabagismo, consumo excessivo de álcool, excesso de peso ou obesidade e inatividade física.

 

Os autores sugerem trocar a carne vermelha e processada por proteínas vegetais como, por exemplo, nozes, feijão, legumes e cereais. Caso coma proteína animal, é melhor optar por aves e peixes .

 

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Escolha as suas comidas preferidas e altere a receita ao substituir as carnes vermelhas por feijão, grão-de-bico, etc. As sementes de cânhamo também podem ser uma ótima escolha. Experimente colocar três colheres de sopa destas sementes no seu pequeno-almoço (iogurte, aveia…). Em vez de colocar no pão variados de carne processada, os investigadores aconselham manteiga de amendoim ou de amêndoa e para substituir o queijo, hummus.

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