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Portugueses continuam a comer cada vez menos fora de casa

No Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, assinalado a 15 de março, o Instituto Português de Administração e Marketing divulga um estudo sobre os hábitos de consumo dos portugueses. Revela ainda que estes estão mais otimistas em relação ao futuro.

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Os portugueses continuam a fazer cada vez menos refeições fora de casa, segundo um estudo desenvolvido pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) que analisou os hábitos de consumo dos portugueses nos últimos 12 meses e perspetiva a sua evolução para 2017.

 

A análise às despesas com alimentação continua a registar esta diminuição, tendência já verificada no ano anterior. No entanto, em contrapartida, as despesas com alimentação em casa tendem a manter-se estáveis.

 

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O estudo do IPAM mostra ainda que os argumentos financeiros têm um peso muito significativo no que diz respeito à compra de produtos alimentares (31 por cento) mas também na compra de bens perecíveis como roupa, sapatos, brinquedos, entre outros, com 76 por cento dos consumidores a admitir que a sua compra é influenciada pelo preço e pela gestão rigorosa do orçamento.

 

No caso dos bens duráveis (equipamentos eletrónicos, eletrodomésticos,) a preocupação com a qualidade dos produtos assume uma grande importância (23 por cento), mantendo-se, no entanto, os argumentos financeiros com um peso muito importante, influenciando 68 por cento dos consumidores.

 

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De forma transversal, assiste-se a uma tendência clara de manutenção dos gastos nas diferentes áreas e importa destacar que o maior aumento de despesas em 2016 se registou na compra de bens duráveis, na alimentação em casa, nas férias fora do país e nas atividades de educação e formação para o próprio e cônjuge e filhos. Para as diferentes categorias de produtos, a dimensão económica mantém um impacto importante, destacando-se a importância dada ao preço

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