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Portugal AVC distingue jornalistas por trabalhos sobre qualidade de vida depois de um AVC

Já são conhecidos os trabalhos vencedores do Prémio de Jornalismo “A qualidade de vida depois do AVC”. Jornalista e diretora da MOOD é uma das vencedoras, com um artigo publicado no portal SAPO.

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A associação Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos, realizou, ontem, com o apoio da farmacêutica Bayer, a entrega do prémio de jornalismo “A qualidade de vida depois do AVC” aos dois trabalhos vencedores nas categorias de televisão e imprensa.

 

O evento realizou-se no Sindicato dos Jornalistas em Lisboa e visou distinguir os dois melhores trabalhos jornalísticos que abordassem o tema da qualidade de vida dos sobreviventes a um acidente vascular cerebral (AVC), a principal causa de incapacidade em Portugal.

 

Na categoria de televisão o trabalho vencedor foi o da jornalista Cláudia Viana, da RTP, com a peça “A cada hora, três portugueses sofrem um AVC”, e na categoria de imprensa, com publicação em papel e/ou online, o prémio foi o para a jornalista Sónia Santos Dias, com o artigo “Sobreviventes de AVC temem consequências da falta de acompanhamento durante a pandemia”, publicado no portal SAPO.

 

“«É com grande satisfação que a Portugal AVC consegue concretizar a realização deste evento e a entrega do prémio de jornalismo às duas vencedoras. Acreditamos que é importante que se continue a abordar o tema do AVC e, em particular, sobre o grande impacto que uma reabilitação coordenada, multidisciplinar, com qualidade, a começar quanto o antes e sem limites de tempo pré-estabelecidos, pode ter na vida dos sobreviventes e familiares. Esperamos em breve poder lançar uma segunda edição deste prémio e conseguir premiar ainda mais jornalistas que se interessem por este assunto de extrema importância para a saúde pública», afirma António Conceição, presidente da Portugal AVC.

 

«Esta iniciativa da Portugal AVC, que conta com o apoio da Bayer desde o seu lançamento, faz-nos todo o sentido, uma vez que temos um forte compromisso com as doenças cérebro-cardiovasculares e em especial com a missão da Portugal AVC. Infelizmente esta continua a ser a principal causa de morte e incapacidade em Portugal, onde temos feito muitos esforços no tratamento e acompanhamento dos doentes, para que estes episódios sejam cada vez mais evitados», reforça Jean Malacan, diretor interino de Acesso ao Mercado e Relações Institucionais da Bayer Portugal.

 

Dos membros do júri fizeram parte: António Conceição, sobrevivente de AVC e presidente da Portugal AVC; Isabel Nery, sobrevivente de AVC e presidente suplente do Sindicato dos Jornalistas; Jorge Jacinto, especialista em Medicina Física de Reabilitação, diretor de Serviço no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão; e Diana Wong Ramos, sobrevivente de AVC, membro da direção da Portugal AVC e ex-jornalista.

 

Saiba mais sobre a Portugal AVC aqui: https://www.portugalavc.pt/

 

 

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