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Plutão: o transformador da vida

É o mais longínquo e misterioso planeta do sistema solar. A relação da sua gigantesca distância ao Sol com o seu ínfimo tamanho induz a perceção da existência de uma poderosa força gravitacional de atração que mantém sua órbita atrelada ao Sol. Deriva daí a sua relação com o modo como lidamos com o nosso poder pessoal.

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O glifo combina as duas primeiras letras de Plutão e as iniciais do astrónomo que teve o mérito de efetuar os cálculos que levaram à descoberta deste planeta: Percival Lowell. Em si, o glifo é simplesmente uma conveniência.

 

O símbolo expressa o total conceito dos processos regenerativos de involução e evolução. O círculo do Espírito (durante o processo involutivo) emite os raios de vida, que então são absorvidos pela natureza recetiva da alma (semicírculo). Os raios descem ainda mais, até alcançarem o plano da Terra, onde se manifestam numa particular forma física (a cruz).

 

No inverso do processo evolucionário, as experiências da vida física provocam um despertar de consciência. Tais realizações são assimiladas na alma e depois transmutadas nos éteres do Espírito, onde ficam integradas. Então, são novamente enviadas de volta, através da involução, para tornarem a energizar e desenvolver a Terra, a Natureza e o Homem.

 

Plutão é o mais longínquo e misterioso planeta do sistema solar. A relação da sua gigantesca distância ao Sol com o seu ínfimo tamanho induz a perceção da existência de uma poderosa força gravitacional de atração que mantém sua órbita atrelada ao Sol. Deriva daí a sua relação com o modo como lidamos com o nosso poder pessoal sobre os outros, ou o poder exercido pelos outros sobre nós. Também o poder mágico e radical de transformação e de regeneração pelos quais passamos ou impomos aos que passam pela nossa vida. Mostra como enfrentamos o obscuro e os medos das perdas, da morte e do renascimento.

 

Os processos de involução e evolução são contínuos, cessando neste planeta, enquanto todos os reinos da vida não tiverem alcançado a perfeição de consciência de sua forma particular. Até esse momento, o Homem e todas as demais criaturas nascerão e renascerão. Neste processo, as espécies de vida fracas e desnecessárias são transformadas em mais fortes e mais ideais. Desta maneira, cada geração de humanidade é uma experiência em perceção, como acontece a cada indivíduo. O Homem pode alterar seu destino através da direção dada ao poder que ele obtém através de sua perceção. Se ele quiser criar mutações e poluentes, é possível fazê-lo; contudo, deve suportar o peso destes estados criados, pelo fluxo de retorno do Karma.

 

Marte, a oitava inferior de Plutão, pavimenta o caminho para a mudança. Entretanto, é Plutão a força que transforma a estrutura atómica da vida, a fim de que as várias partículas energéticas possam reagrupar-se em sua nova forma. Marte pode representar o desejo sexual do casal, mas é a força de Plutão que une o espermatozoide e o óvulo durante a conceção, para produzir o embrião.

 

Como ocorre com os outros dois planetas extra-saturninos, as vibrações de Plutão não são sentidas conscientemente ou usadas pela vasta maioria de indivíduos, por motivos pessoais. O seu objetivo é fornecer a energia que provoca o colapso de certos bloqueios psicológicos, capazes de evitar o crescimento evolucionário.

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