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PETA torna-se acionista da Hermès para pressionar contra uso de peles exóticas

Com uma ação apenas, a organização que defende os direitos dos animais terá acesso a reuniões e iniciará a luta a partir de dentro da casa de luxo francesa

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A organização de defesa dos direitos dos animais, PETA, tornou-se acionista da Hermès, para pressionar a partir de dentro contra o uso de peles de animais exóticos nos seus acessórios de moda.

Dias depois de a ícone de estilo, Jane Birkin – que deu origem ao nome de uma das malas mais exclusivas da Hermès – ter pedido à marca para alterar o nome do produto por querer defender os direitos dos animais, a marca e luxo vê agora a pressão fazer-se também por dentro. Isto porque, sendo acionista, a PETA pode agora participar em reuniões da Hermès.

A diretora da divisão britânica da PETA, Mimi Bekhechi, disse ao site Women Wear Daily que «como acionista, a PETA norte-americana vai trabalhar a partir de dentro para tentar banir os acessórios feitos com peles de animais exóticos, incluindo malas de pele de crocodilo e pulseiras de relógio em pele de jacaré».

A Hermès realiza a sua reunião anual em maio ou junho de cada ano. A casa de luxo francesa não quis comentar a entrada da PETA na empresa.

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