Home»ATUALIDADE»NOTÍCIAS»Participar em celebrações religiosas faz bem à saúde comprova novo estudo

Participar em celebrações religiosas faz bem à saúde comprova novo estudo

A pesquisa realizada nos EUA confirma que este tipo de atividade reduz a mortalidade em 55% em pessoas de meia idade.

Pinterest Google+
PUB

As pessoas que participam em celebrações religiosas, seja numa igreja, sinagoga ou mesquita, estão menos stressadas e vivem mais, de acordo com novas pesquisas realizadas pela Universidade Vanderbilt, EUA.

 

Segundo o estudo, homens e mulheres de meia idade, entre os 40 e os 65 anos, que frequentem algum tipo de templo religioso veem o risco de mortalidade reduzido em 55%.

 

Veja também: Formas de resistir à pressão

 

«As nossas descobertas suportam a ideia de que o aumento da religiosidade – nomeadamente participando em celebrações de adoração – está associado a menos stress e maior longevidade. Nós comprovámos que estar num lugar onde se pode exercitar esses músculos espirituais é realmente benéfico para a saúde», comenta Marino Bruce, professor de medicina e saúde nesta universidade e líder do estudo.

 

Os pesquisadores analisaram a presença das pessoas em serviços religiosos, mortalidade e carga alostática (stress repetido e não aliviado), estudando fatores cardiovasculares (pressão arterial, colesterol, entre outros), medidas nutricionais einflamatórias (albumina, proteína C reativa) e medidas metabólicas (relação cintura-quadril, hemoglobina glicada). Quanto maior a carga alostática, mais o indivíduo foi considerado stressado.

 

Veja também: Como agir e reagir aos balanços da vida

 

Das 5,449 pessoas de todas as raças e de ambos os sexos que foram pesquisados, 64% eram participantes regulares. Os não-participantes tiveram valores de carga alostáticos globais significativamente maiores e maior prevalência de valores de alto risco para três dos 10 marcadores de carga alostática

 

Os efeitos da participação nos serviços religiosos mantiveram-se incluindo estudando variáveis como a educação, a pobreza, o seguro de saúde, o status e o apoio social. Aceda ao estudo aqui.

 

 

Artigo anterior

Já pensou em calçar 'verde'? Um projeto português une calçado e sustentabilidade ambiental

Próximo artigo

Parturientes portuguesas com níveis elevados de mercúrio