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Para comer melhor: o manual da DGS sobre alimentos ricos em proteína

Frango, pescada, atum e leguminosas são os quatro tipos de proteína mais utilizados nas casas portuguesas. Para que os portugueses tirem o melhor proveito possível destes alimentos, a Direção-Geral da Saúde disponibiliza um guia com o valor nutricional, como conservar corretamente e como preparar alguns pratos saudáveis e de baixo custo. E conta com a ajuda do chef Fábio Bernardino.

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A Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, disponibiliza um manual sobre alimentos fornecedores de proteína muito utilizados nas casas portuguesas: a pescada congelada, o frango congelado, o atum em conserva de óleo e as leguminosas feijão e grão-de-bico. (Veja a receita da imagem no final do artigo).

 

A proteína é um dos nutrientes essenciais na nossa alimentação podendo escassear em situações de dificuldade económica ou em certo tipo de dietas, revela a DGS. Este manual apresenta um conjunto de informações úteis sobre o valor nutricional, cuidados de utilização e receitas saudáveis, saborosas e de baixo custo para toda a população. Veja uma das receitas no final do artigo.

 

«Nos dias que correm, uma das principais preocupações consiste em promover uma alimentação saudável, que seja acessível, sustentável, de baixo custo e fácil preparação. O correto planeamento, uma melhor gestão das nossas compras e o desenvolvimento de competências culinárias são pontos essenciais a trabalhar. Com pequenos truques e dicas, e algum treino, é possível preparar refeições equilibradas e saudáveis, evitando o desperdício alimentar e aumentando a poupança», comenta o chef Fábio Bernardino neste manual.

 

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Frango

O frango é um dos alimentos do grupo da carne, pescado e ovos atualmente mais consumido e confecionado em todo o mundo. O frango, tal como todos os alimentos deste grupo, é essencialmente fornecedor de proteína de elevada qualidade, uma vez que fornece todos os aminoácidos essenciais, revela a DGS no manual.

 

Esta carne apresenta, igualmente, um interessante teor em vitaminas e minerais, como é o caso das vitaminas do complexo B, em particular niacina, vitamina B6 e vitamina B12, ferro, fósforo e zinco, fornecendo em média mais do que 25% da dose diária recomendada destes nutrientes.

 

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Pescada
Comparativamente à carne, o pescado apresenta quantidades importantes de alguns nutrientes que não estão tão presentes na carne, como por exemplo vitamina D, selénio e iodo e apresenta ainda um perfil de gordura reconhecido pelos seus benefícios para a saúde, informa o manual.

 

Muito consumida em Portugal, também a pescada fornece todos os aminoácidos essenciais, tem um elevado valor nutricional e fornece quantidades apreciáveis de vitamina D, vitamina B12, potássio, fósforo e selénio.

 

Para os mais céticos, a DGS informa que a pescada congelada à semelhança da fresca é uma opção de qualidade, uma vez que este processo de conservação permite manter todas as suas características nutricionais.

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