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Países desenvolvidos aumentam financiamento para subdesenvolvidos combaterem alterações climáticas

O acordo dos ministros das finanças reunidos na COP26 inclui um compromisso da Noruega de triplicar o seu financiamento, compromissos do Japão e da Austrália de duplicar os seus financiamentos e compromissos da Suíça, EUA e Canadá para o Fundo de Adaptação.

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Os países reunidos na COP26, em Glasgow, assumiram novos compromissos para aumentar o financiamento de apoio aos países em desenvolvimento a combaterem os impactos das alterações climáticas. Mas ainda mais compromissos são esperados nos próximos dias.

 

O acordo inclui um compromisso da Noruega de triplicar o seu financiamento, compromissos do Japão e da Austrália de duplicar os seus financiamentos e compromissos da Suíça, EUA e Canadá para o Fundo de Adaptação.

 

O acordo inclui também o maior compromisso de financiamento de adaptação dos EUA até ao momento, para reduzir os impactos climáticos sobre os mais vulneráveis ​​às alterações climáticas em todo o mundo. Já o Canadá comprometeu-se a alocar 40% do seu financiamento climático às adaptações necessárias.

 

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Novos compromissos para o financiamento do clima também vieram do Reino Unido, Espanha, Japão, Austrália, Noruega, Irlanda e Luxemburgo, que se basearam no plano estabelecido antes da COP26 de entregar 100 mil milhões de dólares por ano aos países em vias de desenvolvimento.

 

Para combater as dificuldades que muitos países enfrentam com a burocracia para garantir investimento climático, foram anunciados 100 milhões de libras em novos fundos do Reino Unido, para apoiar a abordagem do Grupo de Trabalho sobre Acesso ao Financiamento do Clima, copresidido pelo Reino Unido e Fiji.

 

O Grupo de Trabalho lançou uma parceria com cinco ‘países pioneiros’ – Bangladesh, Fiji, Jamaica, Ruanda e Uganda – para os apoiar e às suas comunidades locais na obtenção do financiamento de que precisam para os seus planos climáticos.

 

 

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