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Os sete pecados digitais a não cometer nesta Black Friday

A pensar na Black Friday, e com o objetivo de evitar experiências negativas, o Portal da Queixa apresenta aos consumidores aqueles que considera serem os sete pecados digitais, aos quais deve tentar sobreviver nesta sexta-feira negra.

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1 – Gula: Não compre o que não precisa. O primeiro pecado digital é a gula e é um dos proeminentes quando o assunto é descontos. Como o produto está mais barato a tendência é comprar em excesso “porque pode fazer falta”. Saiba identificar se de facto o produto vai dar jeito e se vale a pena.

 

2 – Avareza: Partilhe a sua experiência com outros consumidores.  O segundo dos pecados de consumo é a avareza, que neste caso não está ligado à poupança, mas sim à não partilha de experiências de consumo. A partilha de uma experiência de consumo, quer seja positiva ou negativa, pode trazer bastantes benefícios não só para outros consumidores como também ajudar o próprio a melhorar a sua experiência.

 

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3 – Luxúria: Desconfie do que é demasiado bom para ser verdade. Viu um iPhone 11 por apenas 50€ e sente-se tentado a comprar? Cuidado com o pecado da luxúria, pois é o que nos conduz às vendas fraudulentas. Adquirir produtos caros e sofisticados a preços muito baixos é o principal objetivo na Black Friday, mas tem de saber identificar quais são as ofertas reais das fraudulentas. Primeiro, tente saber o preço original do produto pré-Black Friday. De seguida, tente definir uma meta de quanto estaria disposto a pagar por aquele produto, sem fugir muito à realidade. Segundo, caso faça uma compra online procure identificar sinais fraudulentos ou verificar se tem algo que lhe permita sentir segurança (conexão em https por exemplo). Terceiro, tome a sua decisão tendo em conta opiniões ou experiências de consumo online que o podem ajudar a evitar casos fraudulentos.

 

4 – Ira: Não aja de cabeça quente. Se age impulsivamente na hora de tomar decisões. então tem de ter cuidado com a ira. Imagine que viu um produto com excelente preço numa loja e comprou, obtendo a promessa de que seria o mais barato no mercado naquele momento. Contudo, noutra loja ali do lado verificou que o preço estava ainda mais baixo. Antes de sair disparado para exigir satisfações, procure antes compreender se não haverá diferenças (por exemplo, na outra loja ser um último produto) ou até tentar encontrar uma solução com a loja onde adquiriu o produto.

 

5 – Inveja: Avalie a sua situação. Por vezes, não sabemos bem as condições ou a forma como o nosso amigo conseguiu aquele excelente negócio. Por isso, na hora de procurar o mesmo negócio, avalie bem a situação. Antes de proceder ao pagamento final da sua encomenda, certifique-se de que lhe pedem apenas as informações necessárias para concluir a compra. Os pagamentos mais habituais são a transferência bancária e o cartão de crédito, mas se puder evite-os, uma vez que, são menos seguros. Caso lhe peçam outro método que desconhece tente-se informar de como proceder, ou peça ajuda a alguém em quem confie. Por exemplo, caso peçam por MB Way nunca vá ao multibanco adicionar o contacto do vendedor, este é o método fraudulento mais utilizado atualmente para terem acesso à sua conta bancária.

 

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6 – Preguiça: Pesquise sempre antes de comprar. Não seja preguiçoso e tente sempre despender um pouco de tempo para pesquisar. Só o irá ajudar a tomar as melhores decisões. Pode e deve utilizar plataformas como o Portal da Queixa para pesquisar sobre determinada marca ou empresa, uma vez que, neste tipo de sites consegue encontrar experiências de outros consumidores e fazê-lo perceber se está ou não a fazer uma boa compra.

 

7 – Orgulho: Reclame sempre os seus direitos.  Experiências negativas todos temos. No consumo é normal que tal possa acontecer. O problema é deixar-se levar pelo orgulho e não procurar a forma de tentar resolvê-lo. Nesse caso, arrastará um problema que se pode resolver facilmente. Portanto, o melhor será reclamar os seus direitos a quem lhe vendeu o produto e partilhar a experiência com outros consumidores.

 

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