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Os jovens preferem peças sem logótipo

A tendência para a venda e compra de malas sem um logo visível é cada vez maior. Os novos consumidores preferem individualidade e discrição, revela um novo estudo que analisou o mercado das malas nos EUA.

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Os compradores mais jovens querem discrição e procuram cada vez mais malas sem logótipos visíveis, de acordo com uma nova análise da empresa de marketing ‘NPD’.

 

Esta situação dificulta a vida de marcas como, por exemplo, Tommy Hilfiger, Kenzo, Versace e outras pertencentes à indústria de luxo. Um terço das bolsas compradas nos EUA, no último ano, não tem um logótipo visível.

 

A venda deste tipo de malas (sem logo visível) era mais elevada entre as gerações mais velhas, mas ganhou novamente adesão com o surgimento da Geração Z, a geração mais jovem. Os Millenials mais velhos, com idades entre os 18 e os 24, e a Geração X, com idades entre os 35 e os 49, também aderiram em força à compra de malas sem logótipos visíveis.

 

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«Os consumidores começam a centrar-se menos na imagem e estão mais preocupados com a individualidade, especialmente os jovens», esclarece o analista da indústria da ‘NPD’ Marshal Cohen. «Embora o logótipo seja relevante para muitos como forma de distinção financeira, os dias em que os consumidores queriam fazer parte do movimento de uma marca diminuem a favor do desejo de encontrar um estilo único que se adapte à sua personalidade», reitera o marketeer em comunicado.

 

A tendência aponta para a quase total  ausência de logótipos. No relatório da ‘NPD’, 81% dos entrevistados revelaram que, para a geração do milénio, é importante que as malas tenham assinaturas subtis. As novas gerações exigem mais opções de design e de personalização. «O millennials lançaram um movimento de individualidade em massa que está a influenciar grandemente a indústria do retalho, incluindo a moda», eslarece Cohen.

 

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