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Os homens e o sexo: desvende as verdades e os mitos

Existem muitos estereótipos sobre os homens e o seu desejo sexual, estipulados pela sociedade. Neste artigo, fique a saber se algumas das frases que mais ouvimos correspondem à realidade ou se não passam de mitos. Informações baseadas em validações científicas.

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,Um estudo recente publicado pela Universidade de Ohio, EUA, questionou 200 jovens sobre os mitos relacionados com os homens e o sexo. Apesar de serem considerados como ‘máquinas de sexo’, nem tudo o que se diz sobre os homens e o seu apetite sexual é verdade. Abaixo falamos de alguns dos mitos mais comuns e explicamos baseado em provas científicas obtidas através de estudos.

 

«Os homens pensam em sexo o tempo todo»

Se os homens pensassem em sexo a cada sete segundos, como já foi dito e afirmado, inclusive por alguns estudos científicos, isso quereria dizer que 8 000 dos seus pensamentos e 16 horas do seu dia seriam passados a pensar em sexo. É neste mito que assenta um estudo recente da Universidade de Ohio, na qual observou e questionou mais de mais de 200 alunos da universidade.

 

O número 19 é o número médio de vezes que os jovens homens afirmaram pensar em sexo, comparativamente com as mulheres cuja média ronda as 10 vezes.  Ou seja, de acordo com os dados obtidos, os homens pensam em sexo praticamente o dobro das vezes das mulheres. Ainda assim, 19 vezes e 16 horas é completamente diferente.

 

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Os investigadores deste estudo também concluíram que os homens pensam mais em comida e em dormir mais frequentemente do que as mulheres. A autora do estudo, Terri Fisher, afirma que as pessoas inquiridas que disseram sentir-se à vontade com o sexo são mais propensas a pensar nisso mais frequentemente.

 

Um outro estudo realizado na China e publicado em 2009 concluiu que 48,8% das mulheres e 68,7% dos homens afirmaram que já se tinham masturbado. Mas, apesar disso, observaram uma atitude negativa num número significativo de mulheres adultas quando se falava desta prática comum.

 

De acordo com a sexóloga Cristina Mira Santos, «a descoberta do corpo em geral, e a masturbação em particular, ainda não são encaradas com a naturalidade necessária. Ainda há muitas pessoas que entendem estas práticas como sendo características de seres solitários que, não tendo parceiro, só lhes resta o auto prazer. Por outro lado, ainda há quem considere que estas práticas são prejudiciais, pois demonstram que o(a) parceiro(a) já não tem desejo por si ou, em situações extremas, que estes atos podem ser considerados formas a de traição.»

 

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«Os homens demoram entre 2 a 7 minutos até ao orgasmo»

Dois dos maiores investigadores do Sexo, William H. Masters e Virginia E. Johnson, afirmam haver um modelo de quatro fases para que melhor se possa compreender o ciclo sexual – a excitação, o platô (pré- orgasmo), o orgasmo e a resolução (pós-orgasmo).

 

Masters e Johnson afirmam que, tanto os homens como as mulheres, passam por essas fases durante a atividade sexual, mas a duração é diferente de pessoa para pessoa. É difícil determinar quanto tempo leva um homem ou uma mulher para chegar ao orgasmo, porque a fase de excitação e a fase de platô podem demorar minutos ou horas, antes de atingirem o clímax.

 

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«Os homens estão mais disponíveis para sexo casual»

Um estudo de 2015 sugere que esta afirmação é verdadeira, sim. Os homens são mais facilmente atraídos pelo sexo casual do que as mulheres. Mas a diferença não é muita. Segundo esta investigação, 6 homens e 8 mulheres abordaram 162 homens e 119 mulheres, num bar ou no campus da faculdade, com o propósito comum: uma noite de sexo (o chamado casual sex). A diferença foi na resposta. Um número significativo maior de homens aceitaram a oferta.

 

Mas o estudo não se ficou por aqui. Na sua segunda fase, as mulheres e homens mostraram fotos de suítes e perguntaram aos ‘companheiros’ se gostariam ou não de ‘continuar a festa’ nos locais indicados anteriormente. Aqui, concluiu-se que as mulheres aceitam uma noite de prazer mais facilmente quando sentem que estão num ambiente que consideram seguro. Portanto, a diferença na resposta consoante o género muda quando as mulheres se sentem em segurança.

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