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Os acessórios de pele também são sexy e falam português

Em 2018, para além do calçado, a APICCAPS vai dar voz a uma nova indústria portuguesa de artigos de pele e de marroquinaria, que já afirma a sua modernidade e qualidade pelo mundo. Desde 2011 o setor das malas cresceu 240%. Uma nova industria mais sexy da Europa está a reinventar-se...

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Com uma campanha de marca para 2018, assinala-se o renascimento de uma indústria que passou da exclusiva subcontratação internacional para o desenvolvimento de produtos destinados à conquista de mercados externos através de uma identidade própria.

 

Depois do calçado mais sexy do mundo, esta é a nova aposta da Apiccaps – Associação Portuguesa da Indústria de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Sucedâneos, que mostra agora o potencial dos acessórios de pele produzidos em Portugal. (Veja imagens na galeria acima).

 

«Esta campanha de imagem e de comunicação pretende reposicionar o setor de artigos de pele nos mercados internacionais», defende Luís Onofre. Para o Presidente da APICCAPS, «o potencial de crescimento é notório».

 

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Se é verdade que muitas das mais relevantes marcas portuguesas de calçado alargaram as suas coleções aos acessórios e que marcas internacionais descobrem Portugal como país produtor, também há novas marcas a surgir no mercado.

 

É o caso da António onde Ana e Sara Mateus estão a protagonizar uma «revolução silenciosa». «Nós não queríamos ser mais uma marca hand made no mercado, mas uma marca que acrescentasse valor ao mundo, que aliasse ética e sustentabilidade num objeto de moda», realçou Ana Mateus.

 

«Quando criamos as nossas malas temos presentes três fatores chave: a intemporalidade do design, a diferenciação nos detalhes e a garantia de que a qualidade do produto resiste ao tempo», acrescenta a responsável.

 

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Desde 2016 (últimos dados anuais disponíveis), o setor exportou 178 milhões de euros, um valor que triplicou relativamente a 2011 (58 milhões de euros). No segmento de malas, o mais representativo, o crescimento é ainda superior: aumento de 240% desde 2011, atingindo os 92 milhões de euros no final de 2016 (em novembro de 2017, o valor exportado era já superior à totalidade do ano anterior).

 

Também o número de empresas cresceu, mais 6% para 120, e o número de colaboradores aumentou 58% para 1546 no final de 2016.

 

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