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Oito das dez cidades com melhor qualidade de vida situam-se na Europa

Viena ocupa o primeiro lugar da tabela pelo 8º ano consecutivo, e Bagdade ocupa o último lugar da tabela. Lisboa desce um lugar, relativamente ao ano passado. Em 2017, encontra-se na 43ª posição, mantendo-se, todavia, acima de cidades como Nova Iorque e Madrid.

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Apesar do aumento da volatilidade política e financeira na Europa, muitas das cidades deste continente oferecem o maior nível de qualidade de vida do mundo, mantendo-se como destino atrativo para empresas em expansão e para o acolhimento de pessoas em missões internacionais, de acordo com o 19º estudo anual ‘Quality of Living’, da Mercer, hoje divulgado.

 

Viena ocupa o primeiro lugar da tabela das cidades com melhor qualidade de vida pelo 8º ano consecutivo, sendo que o restante top10 é maioritariamente ocupado por cidades europeias: Zurique (2º lugar), Munique (4º lugar), Düsseldorf (6º lugar), Frankfurt (7º lugar), Genebra (8º lugar), Copenhaga (9º lugar), e Basileia, um estreante na lista, em 10º lugar. As únicas cidades não europeias neste Top10 são Auckland (3º lugar) e Vancouver (5º lugar). As cidades mais bem classificadas da Ásia e da América Latina são Singapura (25º lugar) e Montevidéu (79º lugar), respetivamente. (Veja imagens das cidades do top 10 na galeria acima)

 

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A infraestrutura de uma cidade, item que foi classificado separadamente este ano, assume um papel importantíssimo no momento das multinacionais escolherem para onde querem expandir as suas operações e enviar os seus colaboradores expatriados. O fácil acesso à rede de transportes, serviços de energia fiáveis e água potável são fatores importantes quando as empresas têm que apurar os custos das políticas de mobilidade internacional, que têm por base as diferenças existentes entre a cidade de origem do colaborador e a cidade onde será colocado, explica a Mercer em comunicado.

 

«A instabilidade económica, a insegurança social e a crescente turbulência política são elementos que dificultam ainda mais o difícil desafio que as empresas multinacionais enfrentam quando analisam a qualidade de vida da sua força de trabalho expatriada», refere Diogo Alarcão, CEO da Mercer Portugal. «Para as multinacionais e para os governos é essencial que toda esta informação referente à qualidade de vida seja objetiva, detalhada e fiável. Não só permite às empresas definirem políticas de compensação adequadas, como fazer uma análise do ambiente que os expatriados vão encontrar nas cidades de destino», conclui.

 

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O estudo da Mercer deste ano inclui ainda uma tabela de classificação da infraestrutura de cada cidade, que avalia o fornecimento de eletricidade, de água potável, de serviços de telecomunicações, de transportes públicos, tráfego e congestionamento automóvel, bem como a variedade de voos internacionais a partir dos aeroportos locais. Singapura lidera esta tabela das infraestruturas das cidades, seguida por Frankfurt e Munique, ambas em 2º lugar. Bagdad (230º lugar) e Port au Prince (231º lugar) ocupam os últimos lugares, em termos de infraestrutura.

 

Lisboa surge classificada em 43º lugar do ranking, descendo um lugar relativamente ao ano anterior. A capital portuguesa posiciona-se imediatamente acima de cidades como Nova Iorque (44º) e Edimburgo (45º). Relativamente ao nível da infraestrutura, Lisboa encontra-se em 60º lugar, encontrando-se acima de cidades como Lyon (67º) ou Roma (73º).

 

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O estudo oficial da Mercer é um dos mais abrangentes e completos do mundo, e é realizado anualmente para as empresas multinacionais e outras organizações poderem compensar os seus colaboradores de uma forma justa sempre que os destacam para o estrangeiro em trabalho. Além da importante informação que faculta, os estudos Quality of Living da Mercer fornecem recomendações premium para mais de 450 cidades em todo o mundo. O ranking deste ano inclui 231 dessas cidades.

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