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Oito armadilhas turísticas a evitar na Europa

Um Manneken Pis demasiado pequeno, uma visita à Torre Eiffel insuportavelmente cara e demorada, uma Mona Lisa impossível de ver no meio da multidão… A ‘Time’ elaborou uma lista de ícones europeus que lhe causarão uma desilusão certa, devido às elevadas expectativas. Não, nenhuma atração portuguesa está na lista.

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Uma das atrações de Bruxelas é o Manneken Pis. Uma pequenina estátua de um menino a aliviar-se para uma fonte que data de 1619. Para quem não foi alertado, a desilusão é certa: é uma estátua minúscula. Tem 61 cm de altura. Se o visitar quando estiver envergando um dos seus 800 fatos temáticos a desilusão será menor.

 

O maior símbolo de França é a Torre Eiffel. Passagem obrigatória por quem visita Paris. Um preço muito elevado e um tempo de espera insuportável tornam a atração assim menos atrativa, segundo a ‘Time’. Além disso, ao subir ao seu terraço, sabe o que não vai ter? Uma foto de Paris onde apareça a Torre Eiffel.

 

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A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, é a maior atração do Louvre, em Paris. Mas vai precisar de se acotovelar muito para conseguir chegar perto do pequeno quadro. Caso consiga, vai ver a famosa senhora a segui-lo com os olhos, quando se deslocar. O Louve é dos melhores museus da Europa e está recheado de atrações. É visitá-lo.

 

Se acha que ir a Veneza e não andar de gondola é perder uma experiência italiana, desengane-se. Uma viagem custa ‘os olhos da cara’, o gondoleiro está vestido como os turistas pensam que os italianos se vestem e paga ainda mais se quiser que ele cante. Em vez disso, faça como os italianos, ande de táxi aquático.

 

Se quer ver a mudança da guarda no Palácio de Buckingham, prepare-se para acordar cedo para conseguir um lugar na frente de centenas de turistas. Sim, é isso que vai lá encontrar. Para uma autêntica experiencia britânica, beba um chá às 17h, recomenda a revista.

 

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O Bairro Vermelho em Amesterdão é passagem obrigatória para quem visita a capital holandesa. Mas não pense que vai lá encontrar algum glamour, revela a revista. As ruas estão cheias de pessoas alcoolizadas e despedidas de solteiros. O ambiente está mais próximo do deprimente do que do excitante.

 

As Ramblas, em Barcelona, são uma das grandes atrações desta cidade espanhola. Mas a ‘Time’ ressalta a desilusão de, na realidade, se ver uma grande avenida cheia de lojas com artigos duvidosos para turistas e artistas de discutível qualidade. Sendo uma cidade rica em cultura, este não será um ponto de topo de lista.

 

Stonehenge, em Inglaterra, é uma fantástica estrutura de pedras enormes, chegando algumas a ter cinco metros de altura. A composição data de 3000 a.c. No dia 21 de junho, o sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal. O problema? Não vai encontrar o que vê nas fotografias, mas sim um espaço totalmente transformado para os turistas, com autocarros a entrar e a sair, loja de souvenir. Tem de pagar para ver e nem se consegue aproximar.

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