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O que faz a diferença para ter sucesso?

O mundo tem mudado muito e parece mudar cada vez mais rápido. Ainda assim, observam-se alguns princípios que fazem a diferença no sucesso.

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Hoje escrevo-lhe sobre uma característica, que qualquer pessoa e organização pode desenvolver, para permitir alcançar resultados de excelência, de forma sustentada e consistente ao longo do tempo.

 

Apesar de não saber como será o futuro, parece-me seguro afirmar que sei que posso (podemos) aprender. Qualquer coisa. Claro que pode, e bem, perguntar aprender o quê e para quê? Sim, acredito que ter um propósito e foco para aprender é útil para o desenvolvimento de uma pessoa e organização. Sem uma direção parece ser menos provável chegar a um destino, resultado, de que gosta!

 

Mas, sendo a definição clara de propósito e objetivos uma característica importante, hoje quero falar-lhe de outra! A característica que, para mim e outros especialistas mundiais, está na base dos Três Princípios que a Pixar vive diariamente para somar filmes de sucesso uns atrás dos outros!

 

Consegue adivinhar? Prepare-se… A característica para o estúdio de animação Pixar continuar a alcançar o sucesso que tem conseguido nas últimas décadas é…. (ouve o rufar dos tambores?… 😀 ) tchan! tchan! É aceitar e abraçar o falhanço, é lidar de forma saudável, aberta e positiva com os momentos em que errou. Aprendendo e adaptando-se.

 

Num vídeo recentemente divulgado, pela própria Pixar!, são expostos erros e projetos falhados ao longo dos últimos anos. A autenticidade e abertura da Pixar com o mostrar das suas falhas, nalguns projetos e processos de criação e desenvolvimento, é para mim um excelente exemplo de humanização e autenticidade, bem como motivo de inspiração!

 

Desta forma, a Pixar continua a levar-nos em viagens por mundos de sonho e imaginação, refletindo aspetos reais do ser humano e da Vida. Mostrando-nos agora que na base do seu sucesso está a forma como lidam com o falhanço. Temos assim um processo bem simples: imaginar, experimentar, aceitar o erro, aprender, adaptar!

 

Lembre-se que, assim, a Pixar também nos mostra que não é perfeita. Que ninguém é perfeito. Excepto na sua imperfeição. E está tudo bem.

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